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15 Abr 2014

De JF para Cannes

Publicado em Cultura as 13h00





Um dos mais prestigiados e famosos festivais de cinema do mundo, ponto de encontro de grandes artistas e cineastas e lugar para onde todos os holofotes estarão voltados a partir do dia 14 de maio. É nesse cenário que o filme 2 Segundos será exibido, no Festival de Cannes.
A produção foi selecionada para o Short Film Corner e representará Juiz de Fora na categoria. Segundo Mia Mozart, diretora do curta, as gravações foram feitas usando os poucos recursos disponíveis: “Fizemos o curta com uma verba muito pequena, acho que menos de R$20,00 e os próprios atores nunca tinham participado da gravação de um filme. Nos inscrevemos sem muitas pretensões, uma vez que a mostra conta com a participação de cineastas do mundo todo. Ficamos super felizes de sermos aprovados e agora estamos buscando verba para participar da premiação.”
A trama revela uma eternidade em dois segundos, retratando as várias fases de um relacionamento, congeladas em pequenas frações de tempo. A produção e filmagens foram feitas no CCBM. "Nós tivemos experimentações por um ano. Testando e tentando achar um roteiro, uma história que fosse o começo do nosso novo caminho. Se eu não me engano, tivemos cinco reuniões para acharmos um norte para o filme. Cinco dias gravando. E cinco dias de pós-produção", conta Mia, que trabalhou com a ajuda de Fernanda Rebelatto, Carolina Tagliati, Shayra Monteiro, Karina Klippel, Victor Sobral e Zezinho Mancini na produção.
Segundo a diretora, a parte mais difícil do caminho começa agora. "Não queremos deixar o filme se perder. Queremos alimentar esse trabalho da melhor forma possível."
Para viajar para o sul da França e participar dos workshops, palestras, mesas redondas, além da exibição dos filmes selecionados, a turma está arrecadando verba entre amigos e entusiastas da sétima arte. Quem quiser contribuir, é só participar da vaquinha online.

Publicado por: Talita Scoralick


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09 Abr 2014

A arte de divertir

Publicado em Cultura as 13h00





"O palhaço é um artista múltiplo, cheio de ferramentas. Distraidamente atento. Pronto para usar o que há de mais ridículo em si só pra te emocionar e surpreender!” define Poliana Tuchia, integrante do Trampulim. O grupo é uma das atrações do Festival de Circo de Juiz de Fora, que em sua primeira edição homenageia a arte dos palhaços.

Para Nara Pinheiro, produtora do Quinteto São do Mato, o palhaço é o personagem que, além da diversão e do lúdico, fala de política e de questões sociais. “Ele consegue atingir, de forma leve, o inconsciente das pessoas para questões tão importantes. É uma figura essencial na desconstrução da formalidade de assuntos polêmicos.”
“Felizmente o interesse por esta arte cresce a cada dia e o movimento de Grupos e artistas se organizam em prol de reconhecimento, valorização e espaço na cultura. Não é fácil ser palhaço no Brasil", comenta Poliana Tuchia. Para ela, disciplina e precisão fazem parte do dia a dia do artista circense.  "Essa essência do circo, de ser um artista múltiplo e ter conhecimento para transitar em diversas funções, é fundamental para sobrevivermos. Vemos que essa é a realidade da maioria dos Grupos de circo e teatro no Brasil. Você se produz, escreve seus projetos, capta, cria, apresenta."
Tiago Munhoz, integrante do Grupo Rosa dos Ventos, destaca ainda que o Circo foi, por muito tempo, responsável por levar algum tipo de manifestação artística a milhares de pessoas. “Hoje o Circo ocupa um papel diferente e não menos importante dentro das artes. Está presente em muito mais lugares do que apenas na lona, como antigamente. O resgate dessa essência é importante para a conservação da história, para conhecermos e valorizarmos essa manifestação cultural que faz parte da história do mundo.”
O evento acontece a partir dessa quinta-feira (10), com artistas de Minas Gerais e São Paulo se revezando em quatro dias de atividades oferecidas gratuitamente para o público, na Praça Cívica da UFJF. Além das apresentações, o festival inclui oficinas de acrobacia, malabares, clown e mágica. Confira a programação aqui.

Publicado por: Talita Scoralick


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02 Abr 2014

Ficção e realidade

Publicado em Cultura as 15h00





Frederico Lacerda nunca imaginou que sua história inventada pudesse se tornar realidade. Mas ele próprio se tornou personagem real do roteiro que havia criado.
Editor, fotógrafo e cinegrafista, Frederico, que estudou cinema em Juiz de Fora, resolveu criar um roteiro que falava sobre um garoto de uma pequena cidade, que pela primeira vez teve contato com uma equipe de longa metragem, se apaixonou e fugiu com ela para a cidade grande. O enrredo foi selecionado pelo projeto Revelando os Brasis, do canal Futura, que visa incluir moradores de cidades de até 20 mil habitantes para vivenciarem a magia do cinema, seja como ator ou na equipe de produção.
"Fizemos um curta com não atores de Recreio - MG, minha cidade natal. Houve uma seleção de roteiros em todo o Brasil e 40 deles foram selecionados. Só que ocorreu um fato muito curioso nessa história! Quando meu roteiro foi selecionado, fui para o Rio durante 15 dias para fazer uma oficina de cinema. Eu estava estruturando meu roteiro quando o celular tocou durante as aulas na oficina e era minha mãe, eufórica! Ela me disse que tinham umas pessoas na praça, fazendo fotos de crianças e que ia ser filmado um longa metragem na cidade, do mesmo roteirista de Chico chavier e diretor de central do Brasil ( Marcos Bernstein). Eu entrei em contato com a equipe e trabalhei com eles durante o longa!", conta animado.
"Não sei se essa história virou realidade comigo ... mas tenho certeza que muitos garotos e garotas da cidade puderam sentir o mesmo que meu personagem sentiu."
O curta "O mundo é pequeno" será exibido no dia 07 de abril, às 21h30, no Canal Futura.
Sobre a importância de participar do projeto, Frederico destaca a inclusão. "Trabalhar com pessoas que jamais tiveram contato com o cinema e teatro e proporcionar uma pequena experiência de como é o cinema, é levar uma cultura diferente, até então desconhecida, para aqueles que nunca foram a um cinema ou estiveram diante de um set de gravação. As pessoas precisam ter maior interesse sobre a produção nacional para que ele possa evoluir."

Publicado por: Talita Scoralick


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27 Mar 2014

Profissão Miss

Publicado em Cultura as 14h30





Muitas meninas sonham em desfilar por sofisticadas passarelas, com lindos vestidos de festa e serem coroadas como as mais belas da noite. Com as inscrições para o Miss Minas Gerais abertas, conversamos com algumas misses que tiveram essa experiência e sobre o que a coroa representou em suas vidas.

Entre elas, a ganhadora do concurso em Juiz de Fora, Mayara Valentim. Segundo ela, ser miss não é só ter beleza. "A menina que quer seguir essa carreira tem que ter sempre conhecimentos atuais, estudar línguas estrangeiras, além de cuidar do corpo, pele e cabelo! A miss tem que ser um conjunto de beleza, inteligência e dedicação!". Como recompensa, ela destaca conhecer pessoas diferentes e fazer amizades com meninas de outros lugares que compartilham do mesmo sonho. "Me trouxe ainda mais maturidade para enfrentar melhor os outros concursos que virão!", conta a modelo que pretende se candidatar ao concurso estadual este ano.

Para Rafaella Guimarães, miss Juiz de Fora em 2009, todos os eventos foram divertidos e deram a ela uma visão ampla do mundo da moda e dos concursos. "Conheci lugares e pessoas importantes, fiz contatos e amizades que realmente fizeram diferença na minha vida profissional e também pessoal."

Márcia Gabrielle, Miss Brasil em 1985, hoje vê a experiência com mais maturidade. "A responsabilidade de representar seu local de origem é muito grande, e as pessoas cobram muito da imagem de uma miss, que precisa estar sempre bem arrumada, elegante e bem-humorada. Como são muitos compromissos, é preciso fazer escolhas. Eu tive que interromper meus estudos, mas a troca me possibilitou conhecer o mundo inteiro e aprender alguns idiomas, então vejo como uma escolha positiva."

Para as meninas que sonham com o título, Márcia enfatiza: "toda garota tem em algum momento da vida esse sonho de princesa, de usar uma coroa e viver um conto de fadas. O meu conselho é ir em busca do seu sonho, seja o que for, nunca desistir. Eu mesma participei de vários concursos e nem sempre ganhei. Mas talvez isso te torne muito mais vitoriosa do que se não tivesse tentado".

Publicado por: Natália Andrade e Talita Scoralick


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10 Mar 2014

Mais valor que ouro

Publicado em Cultura as 14h00





Filipe Matias nasceu em Brasília, mas mora em Juiz de Fora desde os dois anos, adotando a princesinha de minas como cidade do coração e berço de suas criações. Misturando suas pinturas com a arquitetura e o artesanato, o artista, que também é fotógrafo, estreia o "Prata da casa" e mostra porquê Juiz de Fora esbanja cultura.
Um artista completo, com grande sensibilidade e atento a todas as influências ao seu redor, Filipe iniciou seu trabalho com pintura muito cedo: "era uma criança muito tímida e usava os desenhos pra fazer amizades. Na escola fui desenvolvendo esse gosto e participando de concursos."
Aos 18 anos, fez sua primeira exposição e desde lá, continua produzindo, se sustentando hoje através da arte, na pintura e na fotografia. "É um mercado muito difícil e concorrido mas para quem Vive arte, muito prazeroso. Juiz de Fora tem um mercado muito limitado ainda, mas eu observo uma melhora no sentido de valorização do trabalho artístico como elemento que dinamiza a vida financeira da cidade. Por ser uma cidade universitária, tem recebido a cada ano um numero enorme de mentes criativas em busca de espaço para criar, penso que muito felizes são os investidores que acreditam nesse potencial."
Para ele, "uma obra de arte tem maior valor que o ouro por exemplo, que mantém estável equilibrando a economia enquanto uma obra tende a valorizar-se com o passar do tempo. Hoje tenho a oportunidade de ter o meu próprio espaço de trabalho. Um estúdio de criação, não somente na área de arquitetura, mas em moda, pintura, fotografia... Procuro inserir no meu trabalho a inspiração nas colchas-de-retalhos. Símbolos que ilustram a principal característica de nosso pais, a miscigenação de referencias e origens resultando num TODO harmônico e rico."
Ao ser questionado sobre a felicidade, Filipe conclui: "Acho que nao sei o que me faz extremamente feliz. Para ser bem sincero, não sabê-lo faz toda a diferença. Acho que sou muito grato a tudo de bonito que a arte me traz, dai eu tiro a inspiração para continuar criando..."
Para acompanhar mais sobre as obras do artista, é só clicar aqui e aqui.

Publicado por: Talita Scoralick


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