Zine Cultural - 11 Anos

Publicidade

SPEED CEL
ZINE 15 ANOS

21 Jul 2014

Mochilão pela Europa

Publicado em Eu fui... as 18h00





Foram 15 cidades em 7 países diferentes. Anesley Pereira resolveu aproveitar as férias para embarcar numa aventura ao lado do primo e amigos. O objetivo era conhecer a Europa, seus principais pontos turísticos e vivenciar a experiência de ser um mochileiro. Depois de 25 dias, Ane contou ao Zine o que mais a encantou pelo caminho.
 
Anesley com #ZineMania na Catedral de Milão (Duomo di Milano) na Itália
 
 
"O mais curioso foi sem dúvida a recepção das pessoas frente a um grupo de brasileiros 'turistando' em plena Copa do Mundo. Era muita gente dizendo que estava torcendo para o Brasil e muitas manifestações ao verem nossa bandeira. Como brasileira apaixonada pelo meu país, foi impossível não prestar a atenção frente ao verde e amarelo que invadiu a Europa; vitrines, roupas, fachadas de restaurantes e bares, tudo era enfeitado com as nossas cores.
O momento de maior emoção foi sem dúvida a Torre Eiffel (foto). Esse era um velho sonho de uma estudante de moda e arte. Assistir a torre iluminada na noite de Paris, foi simplesmente incrível. Não tive como conter as lágrimas e o sorriso incontrolável nos lábios. Estar ali foi a prova de que nossos sonhos podem sim se tornarem reais. Outro lugar marcante em Paris foi a Pont des Arts, ou ponte dos cadeados. Vi casais apaixonados jogarem trancarem seus cadeados e jogarem as chaves no rio Sena, uma expressão perfeita da fé no amor eterno.
Milão foi outro momento mágico, mais uma capital da moda repleta de gente linda e alegre. O Castelo Di Neuschwanstein (foto) na Alemanha foi uma surpresa a parte. Um lugar incrível, famoso por ter sido inspiração para o castelo da Cinderela da Disney. Suas imponentes torres e localização privilegiada mostrou que conto de fada tem mais da vida real do que eu imaginava!
Veneza é um encanto à parte... cidade linda, romântica e aconchegante! Foi incrível os momentos que vivemos lá. O passeio de gondola não dá pra ficar de fora do roteiro de quem visita a cidade. Outro momento marcante da Eurotrip foi o Mont Banc, Chamonix (foto), nos alpes franceses. O Pico mais alto da Europa com seus 3842m é um lugar fantástico onde é possível se encontrar neve quase o ano todo.
Cada um dos lugares por onde passei revelaram um segredo e algo de especial. Não tem como escolher um favorito ou o melhor de todos. O mais incrível disso tudo mesmo foi estar vivenciando cada detalhe da viagem, dos lugares, dos sabores, dos cheiros. Ver o brilho nos olhos das pessoas e a delícia de descobrir um mundo tão diferente e tão especial quanto o meu!"
 

Publicado por: Talita Scoralick


  Imprimir Página Comentários Indique a um amigo
 



21 Jul 2014

O vencedor da Corrida da Fogueira

Publicado em Eu fui... as 15h17





Contrariando o ditado “tudo que é bom, dura pouco”, a Corrida da Fogueira completou nessa última edição a incrível marca de 67 provas com outro número surpreendente: 3000 mil participantes. Uma verdadeira festa. O clima contagiava todos que, por ventura, tivessem que passar pela Praça do Bom Pastor naquele momento. Nos 7 km de prova na corrida e os 4 km de caminhada, a corrida da Fogueira desperta a vontade de correr em que está assistindo e a vontade de se superar em quem está participando.

E mesmo com tanta tradição, um jovem senhor com a mesma idade da corrida resolveu participar pela primeira vez da prova. Geraldo Alírio, mais conhecido com Vô Lalado, ou também, meu vô. Sempre soube do seu invejável talento para caminhadas desde as idas ao supermercado do bairro para as compras do almoço de domingo. Fazia muita força para alcançar suas passadas largas, acompanhada de seus assovios. A maratona das compras só era aliviada nas paradas para comer suspiros em banquinhos pelo caminho. Ali eu já sabia: ninguém para esse Vô Lalado.

Do caminho de casa até o local da prova, alguns desses 67 anos foram sendo contados. “A Corrida da Fogueira teve início no Marianinho. Era uma festa muito bonita, mas o clube não teve condições de manter a organização por muito tempo. Foi quando o Cesporte tomou a frente e transferiu o percurso para o Santa Terezinha, onde vocês a conheceram. Agora é no Bom Pastor, mas ainda continua uma grande festa”.

Não importa o tempo de prova, nem quantas edições ela completou naquele dia, muito menos a idade do meu vô. O importante foi a alegria do meu vô e de quem o reconhecia como uma inspiração, assim como eu. Com todo respeito ao 1º colocado, o vencedor dessa edição pra mim foi outro. 

Para conferir mais sobre a prova e os vencedores, clique aqui.

Publicado por: Vinícius Barreto


  Imprimir Página Comentários Indique a um amigo
 



19 Jun 2014

Somos tão parecidos

Publicado em Eu fui... as 10h11





Como contamos para você aqui no Blog Zine, a juiz-forana Mia Mozart teve seu curta "2 segundos", gravado nas salas do CCBM, selecionado para o Short Film Corner do Festival de Cannes. Depois de passear pela França e participar de um dos maiores eventos da sétima arte do mundo, a cineasta contou pra gente o que viu e aprendeu com a experiência.
"Foi bem diferente do que eu pensava. Me senti muito confortável, foi como ir a uma cidade que eu não conhecia aqui no Brasil. Fui muito bem recebida. Um dos seguranças do Palais des Festivals arriscava um 'Olá, tudo bem com vocês?' em português quando nos via (Fernanda, Shayra e Anna foram comigo).  Era um clima muito gostoso, não senti a hostilidade que muita gente sente lá fora. A gente brinca que descobriu que gente é gente em qualquer lugar. E acho que foi o que mais me chamou atenção. Apesar das diferenças culturais, nós somos tão parecidos. E não digo só dos franceses. Conheci coreanos, israelenses, americanos, ingleses", comenta Mia.
"Nós ficamos em Antibes. Conhecemos Londres, Nice, Mônaco, Gênova, Milão e as cidadizinhas pelas quais a gente passava todos os dias. Mas nosso dia funcionava mesmo em Cannes. Não dá pra listar o que nós fizemos durante o festival, as coisas acontecem de uma vez. Se você não ficar atento pode perder metade. O festival parece um organismo vivo, as exibições se multiplicam durante o dia, as festas crescem a noite. É quase impossível acompanhar o ritmo."
Para terminar, Mia dá dicas para quem sonha em um dia chegar lá: "Converse. Tenha atenção. Tire um tempo para ler a programação. Faça contatos. Escute. Se localize. Tenha seu objetivo em mente. Seja carinhoso e honesto. Continue tendo fé e não desanime com o tamanho do evento. Tente de novo."

Publicado por: Talita Scoralick


  Imprimir Página Comentários Indique a um amigo
 



17 Jun 2014

Um passeio por Inhotim

Publicado em Eu fui... as 10h12





Muita gente nunca nem ouviu falar, mas o maior centro de arte contemporânea a céu aberto do mundo é bem aqui, em Minas Gerais. Mais especificamente, em Brumadinho, pequena cidade próxima a Belo Horizonte. Eu aproveitei o feriado em Juiz de Fora para visitar pela segunda vez esse lugar, que ocupa 300 hectares e possui aproximadamente 500 obras espalhadas por seus jardins e galerias.

O local era uma fazenda de uma antiga empresa mineradora da região, cordenada por um inglês chamado Timothy - o "Senhor Tim", que acabou virando "Nhô Tim". O museu foi aberto em 2006, para receber obras do acervo do empresário Bernardo Paz - casado com a artista plástica Adriana Varejão, sendo toda a verba recolhida para investimentos no próprio espaço, que está sempre em construção. O jornal The New York Times, em referência ao Inhotim, afirmou que "poucas instituições se dão ao luxo de devotar milhares de acres de jardins e montes e campos a nada além da arte, e instalar a arte ali para sempre".
A entrada custa R$30,00 (meia R$15,00) e você pode passar o dia todo contemplando as obras de artistas brasileiros e extrangeiros como Cildo Meireles, Tunga, Vik Muniz, Hélio Oiticica e Yayoi Kusama, além de respirar ar puro apreciando as belezas dos jardins em um dos quase 100 bancos de madeira, que mais parecem esculturas do designer Hugo França.

O mais legal é que, mais do que contemplar, o lugar te convida a interagir com as obras, tocar, ouvir, sentir, plantar sua própria muda em um dos jardins e fazer parte da criação dos artistas. Não precisa ser entendido para se encantar com a proposta do local. Qualquer um, de crianças a idosos, se surpreende e sai de lá querendo voltar (já que uma visita é pouco para se conhecer tudo que tem por lá). Então, #ficadica pra quem tá procurando um destino legal para o próximo feriado!

Publicado por: Talita Scoralick


  Imprimir Página Comentários Indique a um amigo
 



16 Jun 2014

Direto do Vale do Silício

Publicado em Eu fui... as 18h08





"Todo ano, em junho, acontece a conferência mundial de desenvolvedores da Apple, a famosa WWDC. Este evento é bem antigo e sempre sobravam ingressos, mas desde o lançamento do iPhone e da explosão de desenvolvedores para essa plataforma, o evento tem se tornado foco de lançamentos e destino de uma legião de profissionais da área." Nesta edição, o mineiro Gustavo Oliveira, diretor da empresa Handcom Inovações Tecnológicas, esteve presente e conta, exclusivamente para o Blog Zine, o que viu por lá.
"Há dois anos atrás, os 5000 ingressos acabaram em 2h, no ano passado foram apenas 2s para que se esgotassem. Neste ano, a Apple adotou a loteria e muita gente ficou de fora. Neste período, acontece também a Alt WWDC, uma conferência alternativa organizada por desenvolvedores experientes. Estes eventos acontecem em São Francisco, praticamente a capital tecnológica do mundo, maior cidade do Vale do Silício, contando com diversas empresas de tecnologia. O interessante é que não aproveito somente o evento, onde desenvolvedores de todo o mundo se encontram, mas também as diversas festas de networking promovidas pelas empresas startups como Foursquare, Nest, Twitter, Pebble, Flipboard, etc. É um período que você tem para aprender na fonte, fazer contatos, trocar ideias e pegar feedback com desenvolvedores de todo o mundo."
Gustavo conta ainda sobre a receptividade dos profissionais e anfitriões da cidade. "O que mais chama atenção é o compartilhamento de conhecimento, as pessoas são abertas a trocar experiências, e você acaba vendo como elas trabalham. Você vai até as empresas, vê como é o escritório, como se organizam, vê que são feitas por gente comum mas extremamente focada em suas profissões. Em todos os locais, os próprios funcionários chegavam para conversar e trocar idéias, falavam de suas rotinas e do que gostam de fazer.
É muito interessante ver que o ambiente proporcionou que realizassem um sonho grande, feito por pessoas como nós. É uma oportunidade de validar suas idéias. Quanto mais compartilhamos conhecimento, mais o mundo fica justo e melhor. O objetivo não é ser o melhor nem o que sabe mais, mas sim conseguir mudar os limites de nossa vida", conclui.

Publicado por: Talita Scoralick


  Imprimir Página Comentários Indique a um amigo
 



1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | Próximo

Publicidade

GERMAN

Twitter

Publicidade

START
Santa Cruz Shopping
Open TV
Gráfica Visual Art
André Pavam
VISTA GRAF

Coluna do Dia - 26/07/2014

26 de julho de 2014
+ ver todas as edições
    @ZineCultural