Zine Cultural - 11 Anos

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10 Out 2014

Rosbife de Ancho

Publicado em Blog as 17h04





O lendário Chef Marcão de Paula ensina o segredo de um dos cortes mais pedidos no Bistrô Marquise.

Ingredientes:
1 peça de Ancho (parte traseira do contra filé) de aproximadamente 700 gramas
100 ml de azeite extra-virgem
Sal e pimenta a gosto

Como fazer:
Limpe o Ancho totalmente, deixando a carne limpa, sem gordura nenhuma. Tempere com sal e pimenta a gosto e unte com azeite. Aqueça frigideira de teflon em fogo alto e grelhe a peça de ancho inteira, de todos os lados, até o ponto de sua preferência. Dica: Este rosbife é indicado para servir de ao ponto para menos.

Publicado por: Bistrô Urbano @bistromarquise


 
 



09 Out 2014

Conectados ao rock

Publicado em Blog as 17h44





O Conecta já é na semana que vem e Ivete Sangalo, Skank e Onze:20 já apareceram em nossas entrevistas... E você, tá sentindo falta de alguém? Então pode ficar tranquilo, Detonautas tá na área! Em um bate-papo com o Zine, Tico Santa Cruz, Fábio, Philippe, Renato e DJ Cléston falaram um pouco sobre o rock no Brasil, a conectividade e o futuro da banda! 
Como vocês enxergam o cenário das novas bandas de rock brasileiro?
O cenário do Rock sempre teve boas bandas. Talvez, as pessoas não conheçam porque não está na mídia de massa. E as que estavam, não estavam lá representando muito bem. Todavia, não tem como o Rock competir com o poder financeiro do estilo que está na moda atualmente. Enquanto um empresário que investe milhões numa dupla de Sertanejos, que se juntaram como um produto para dar a esse empresário o gostinho de desfrutar do Glamour que isso desencadeia, uma vez que o sucesso acontece, garotos numa garagem, num estúdio, batalhando em casas pequenas e sem nenhum recurso financeiro ou oportunidades, ficam pelo caminho esperando uma chance de mostrar seu som. Mas uma hora o ciclo muda e quem resistir mais ficará. 

O último trabalho de vocês é recheado de músicas de protesto, linha que a banda sempre abordou. Com muitos revolucionários de internet hoje em dia, vocês acham que a música ainda tem o poder de influência de tempos atrás? 
Não vejo uma coisa interferir na outra. A internet é de fato uma revolução. Se não fosse por ela, como teríamos acesso a tantos fatos que mudaram a abordagem política do país, por exemplo? O trabalho dos "Revolucionários de internet" é esse mesmo. Usar a rede para fazer chegar onde não chegava antes a informação que estava sendo manipulada pelos veículos de comunicação de massa. Hoje em dia, um jornal ou uma tv não consegue mais manipular a seu bel prazer as informações, porque os revolucionários de internet estão lá, incomodando a concorrência. Eles também foram muito úteis ajudando a divulgar as mobilizações, e depois postando a violência Policial contra os Manifestantes e tantas outras ações que, quando não existia internet, não eram possíveis. Por outro lado a música mexe com a sensibilidade das pessoas, e através das letras passa uma mensagem de revolta, reflexão, questionamentos. Na verdade uma coisa soma força a outra. 

 
Quais as principais vantagens e desvantagens trazidas pelas redes sociais vocês avaliam no cenário musical do Brasil?
Como vantagem temos a quebra da necessidade de um intermediário para fazer conteúdos chegarem até as pessoas. Por outro lado isso cria um paradoxo, pois como qualquer um pode rechear as redes de qualquer tipo de informação, é comum que muitas mentiras, muitos boatos, muita poluição seja passada adiante pela falta de comprometimento das pessoas em se aprofundar nos assuntos e pela velocidade em que as coisas acontecem. Isso serve para qualquer coisa relacionada a internet, da música aos filmes e conteúdos em geral. Todavia, ainda prefiro saber que podemos contar com as redes sociais e com quem nos acompanha por lá, para que nossa música e nossas ideias cheguem as pessoas, do que ficar dependendo de troca da favores com quem antes detinha o poder absoluto. Como nunca fomos muito bom em politicagem, acabamos praticamente vivendo da Internet e dos recursos que ela oferece.   

 
Quais os próximos passos da banda?
Divulgar e trabalhar o disco novo, “Detonautas Roque Clube - A saga Continua”. Fazer a tour pelo país e manter nossas ideias e nossas mensagens chegando, por meio das músicas e das redes, até nosso público. 

Publicado por: Vinícius Barreto e Natália Andrade


 
 



09 Out 2014

Livre expressão artística

Publicado em Blog as 16h40





Antes mesmo de despontar no programa Super Star, a Suricato já era reconhecida no meio musical, tendo como fãs ninguem menos do que Lulu Santos, Fernanda Takai, Paulinho Moska, Leoni, e outros grandes nomes da música brasileira. A banda  traz instrumentos e influências de todas as partes do mundo, fazendo um som impossível de ouvir uma só vez.
E para a alegria dos fãs juiz-foranos, a banda se apresenta pela primeira vez na cidade nessa sexta feira, no Cultural Bar.
Foto: Paula Costa
 
Entrando de uma vez no clima, o Zine Cultural bateu um papo com a banda sobre a origem da Suricato, influências e muitas outras coisas que você confere aqui. 
A banda é formada por músicos experientes já com carreira e estilo bem definido. Como foi o processo de formação da Suricato?
Rodrigo Nogueira: A principal motivação foi a da livre expressão artística além dos limites da guitarra. Nasci guitarrista mas não compositor, isso veio mais tarde com muito exercício assim como o canto. Comecei a levar a composição e escrita bem a sério e chamei alguns amigos que , como eu, acompanhavam artistas em suas turnês para formar um núcleo criativo. Essa é a segunda formação da banda mas com uma sonoridade e química que a gente espera encontrar a vida inteira. Somos todos amigos há algum tempo e digamos que, depois desse tempo, resolvemos assumir esse casamento. 

 
Qual foi a principal mudança depois do programa Super Star?
Rodrigo Nogueira: Além do óbvio reconhecimento e projeção, creio que melhorou muito nossa produção e organização artística. Tínhamos que pensar em músicas de 2 minutos junto a um número musical atrativo visualmente, além de filtrar o que temos de melhor para mostrar. Ser comparado com outras bandas tão diferentes não foi fácil, mas vejo que ajudou ainda mais a aceitarmos que não precisamos entrar numa corrida desesperada por entendimento. Queremos uma carreira longeva e que nos dê orgulho lá na frente, pela honestidade e não somente por percentual de aceitação.
Foto: Paula Costa

 
Além de músicos, vocês também são pesquisadores musicais. Qual a importância de tanta pesquisa no som de vocês?
Rodrigo Nogueira: No nosso tipo de som é fundamental. Acho mesmo que o papel do músico é beber de muitas águas, ser plural e fiel ao mesmo tempo. Pesquisamos e escutamos muita coisa pois a gente ama música, simples. É delicioso escutar um som novo, comprar um instrumento que não sabemos tocar direito. Mas sei que é uma busca pessoal e não nos faz melhor que ninguém por termos esse interesse.

 
Quais as principais influências da Suricato?
Rodrigo Nogueira: Country, Folk, Classic Rock, Blues e até Modas de Viola… Quando paramos para pensar nisso vemos que adoramos músicas de raiz, cada povo possui uma expressão de raíz e elas são muito parecidas entre si. Mas é tanta coisa que a gente escuta que é inevitável ter um pedaço de muita coisa misturada dentro da gente.

 
Juiz de Fora aguarda esse show desde o final do programa. Qual a expectativa de tocar pela primeira vez na cidade?
Rodrigo Nogueira: Amamos Juiz de Fora! Principalmente pela tradição em valorizar músicos e estilos como o Rock e Blues. Todo músico que conheço fica animadíssimo quando tem show por aí. Ficaremos honrados em tocar o coração das pessoas. Não mediremos esforços para manter essa tradição de bons shows que a cidade proporciona.

Publicado por: Vinícius Barreto


 
 



09 Out 2014

Com a benção de Jah

Publicado em Blog as 15h20





Juiz de Fora passa, para muitos, por sua melhor fase cultural. Transbordando talentos e musicalidade, a cidade recebe bem qualquer gênero musical. E oreggae não é exceção à regra. Com apoio do Movimento Reggae Mineiro, a cidade vem se destacando como um polo emissor e receptor de artistas do gênero, inserindo-a no roteiro das mais importantes bandas nacionais e internacionais do estilo musical em todas as suas vertentes.


Show do Israel Vibration produzido pelo MRM

Idealizado pelo produtor artístico/cultural Rodrigo Noronha, turismólogo, especialista em marketing e em Arte, Cultura e Educação pela UFJF e, é claro, apreciador da mais popular música jamaicana, o MRM está em atividade desde 2005, trazendo para a cidade bandas nacionais e internacionais, sem se esquecer da valorização dos artistas da casa.

“A primeira de uma série de ações executadas pelo Movimento Reggae Mineiro foi conseguir o apoio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Juiz de Fora MG, Lei Murilo Mendes , que lançou 1500 cópias do CD Movimento Reggae Mineiro, o primeiro cd coletânea de reggae 100% mineiro reunindo num só disco o trabalho autoral de oito bandas locais. Esta conquista abriu muitas portas na cena local, desde 2006 o Movimento Reggae Mineiro tem firmado uma parceria com o Cultural Bar & Roll, onde ao longo destes anos vem produzindo eventos direcionados para o público amante da música Reggae”, comenta Rodrigo Noronha.

As bandas jamaicanas The Wailers, Israel Vibration, The Congos já se apresentaram por aqui. Groundation, S.O.J.A., Tribo de Jah, Planta e Raíz e Mato Seco também subiram nos palcos da JF colocando a cidade, definitivamente, no mapa do reggae mundial. 

Para curtir
Nessa quinta, o Movimento Reggae Mineiro promove mais um showzaço de reggaeRafael Cardoso e Skuma e a banda carioca Equilíbrio Natural sobem ao palco do Cultural Bar para homenagear dois dos maiores nomes do reggae, Peter Tosh e Bob Marley.

E vem mais coisa boa por aí.  Em 2015 o MRM completa 10 anos de trabalhos abertos e além de diversos eventos comemorativos planeja também apresentar um trabalho que traz toda a trajetória desta jornada.

Publicado por: Vinícius Barreto


 
 



08 Out 2014

Experiência gastronômica

Publicado em Blog as 16h46





Pensando em inovar e trazer conceitos diferenciados para seus frequentadores, amantes da boa culinária, o Bacco traz a alta gastronomia para o restaurante. Prezando por uma experiência gastronômica de qualidade, em todos os âmbitos, um chef que já passou pelas principais redes de hotéis - e tem experiência internacional - chegou à casa recentemente e já promoveu mudanças significativas.

Foto: Bacco

Gilberto Belarmino é o nome por traz dessas mudanças! Com quase 40 anos de experiência em grandes hotéis e excelentes restaurantes ao redor do Brasil, além de países como Itália e Angola, o chef mostra bastante empolgação com seu trabalho no restaurante. Tendo especialidade em cozinha italiana, francesa e brasileira, pretende trabalhar também com cardápio àla carte e comida japonesa. “Com a minha experiência, já vi que temos público, instalações, hotelaria e a visão da empresa de fazer um grande trabalho com gastronomia aqui no hotel. Já recebi muitos elogios dos clientes”, comenta Gilberto.

Foto: Bacco

Além das novidades na gastronomia, todo o ambiente do Bacco está passando por mudanças. As inovações tiveram início com a chegada de Washington Souza, o novo gerente do restaurante, que vem investindo no aperfeiçoamento de todas as áreas. Toda a equipe do Bacco está envolvida com o novo conceito e passou recentemente por uma série de treinamentos. Ao que tudo indica, as melhorias não param e pra quem é fã de lugares de qualidade, o Bacco Bar & Restaurante é uma boa pedida!

Publicado por: Natália Andrade


 
 



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Coluna do Dia - 28/10/2014

28 de outubro de 2014
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