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09 Set 2014

Politize! Já...

Publicado em Blog as 09h00





Chegou em nossa redação um contato do amigo e presidente da  Brasil Júnior Ryoichi Oka Penna a cerca de um projeto super importante e útil em nossas vidas. Imagine um portal sobre educação política que seja simples e divertido. É justamente essa ideia que pede a sua colaboração na campanha de crowdfunding. Para entender como o Politize! funcionará manda brasa no vídeo: 
 

 
Essa é uma oportunidade de contribuir para a criação deste portal de educação política onde você encontrará conhecimento de alta qualidade sobre o que há de mais importante para ser um cidadão consciente e engajado com a transformação do país. 
 
Quer contribuir e fazer parte desse projeto? 

Quer saber mais? 

Publicado por: Alexandre Silveira


 
 



08 Set 2014

Para todos os paladares

Publicado em Blog as 15h00





Com o intuito de divulgar a cultura gastronômica da região e incrementar a frequência e o faturamento das casas participantes, o JF Sabor começa nesta terça, chegando à sua 14ª edição neste ano, com quase 50 estabelecimentos. O cardápio é variado, vai de massas à carnes, passando por sobremesas e comida japonesa, todos permeados pelo tema: culinária mineira. Tem prato pra todos os gostos!

Melhor prato JF Sabor 2013 (Savoir Faire)

Desde 2002, o concurso faz parte do calendário oficial do município, e acumula números expressivos de casas participantes e de adesão dos consumidores. Além do concurso principal, o JF Sabor também possui alguns eventos paralelos, como oficinas de gastronomia. Na última edição, o concurso passou a ter caráter competitivo facultativo entre os inscritos. O guia com todos os pratos participantes já está disponível!

 

 

 

O concurso vai até 26 de outubro e premiará melhor prato, melhor lanche e melhor petisco, além do mais vendido e do mais criativo. O guia dá água na boca só de olhar... Prepare sua rota e não deixe de conferir o JF Sabor!

Publicado por: Natália Andrade


 
 



08 Set 2014

Quem roubou meu sapatinho?

Publicado em Blog as 13h15





Por Miguel Anunciação (BH)*
Enorme expectativa cercava a sessão de “Quem roubou meu sapatinho?”, no Pró-Música. Como se a montagem do Grupo Teatral InSônia, de Ribeirão Preto (SP), viesse ser uma das melhores escalações da 8ª edição do Festival Nacional de Teatro. Pena, esta expectativa não se cumpre e o espetáculo um tanto desaponta - embora seus jovens integrantes não sejam responsáveis pelo que se diz de grandioso do seu mais recente trabalho.
Não é um espetáculo ruim. Absolutamente. Ao contrário, é muito bem cuidado, digno no que pretende e oferece. Dirigida por João Paulo Fernandes, sua versão para a tão reencenada e conhecida fábula dos Irmãos Grimm, a “Gata Borralheira” ou “Cinderela”, põe em cena sete atores (Gabriela Vansan, Vilsinho Juri, Renan Eichel, Juliano Borges, Renata Carlomagno, Lê Reis e Douglas Pires) e uma impressionante solução cenográfica, que acolhe os figurinos e as trocas do elenco.
Além de inserir tradicionais brincadeiras de rua da região em que vivem no primeiro espetáculo que produz para crianças, o pessoal do InSônia também dispõe personagens da obra secular em situações reconhecíveis no mundo de hoje. Sem alterar o enredo básico - uma menina rudemente tratada em casa pelas filhas da sua madrasta, salva pelo amor do jovem com quem dançou no baile real –, faz o príncipe se equilibrar sobre skate e a princesa, em patins. E a fada madrinha tem um quê de diva gay.
Formado em 2011, por ex-alunos do curso profissionalizante de teatro do Senac, equivalente ao 2º grau, o InSônia já montou mais três espetáculos: “Valsa nº 6”, de Nelson Rodrigues; uma coletânea de textos de Bertolt Brecht; e “Hamlet”, talvez a obra mais reverenciada de William Shakespeare. Montar um espetáculo para crianças não seria uma estratégia de garantir recursos para uma outra investida nos clássicos, em outra leitura para adultos, como tantos outros grupos se organizam.
Fotos por Rodrigo Souza
Segundo Renata Carlomagno, atriz/dramaturga de “Quem roubou meu sapatinho?”, o grupo reservaria cuidado igual a tudo o que produz. Desta vez, tomou as artes populares e as brincadeiras do interior paulista como matrizes. E o público responde calorosamente à sua encenação. É inegável que ela possui graça, alguns encantos. Mesmo que também recorra a uma estética bastante difundida pela TV e o elenco careça de mais técnicas de atuação.
 
O espetáculo foi apresentado no dia 6 de setembro | 19h | Pró-Música.
*Miguel Anunciação (BH) é jornalista e crítico de espetáculos.


 
 



08 Set 2014

Barrela

Publicado em Blog as 13h01





Por Joice Rodrigues de Lima*
Chocado com a brutalidade de um caso real de um garoto que foi preso pelo envolvimento em uma briga de bar, na cidade de Santos, litoral paulista, e como consequência foi currado na cadeia, Plínio Marcos iniciou sua carreira de dramaturgo criando “Barrela” - espetáculo que a Cia. Balaco do Bacco, de Ribeirão Preto (SP), apresentou na noite de ontem, no penúltimo dia de atividades do 8º Festival Nacional de Teatro de Juiz de Fora.
Censurada pela ditadura militar sob a acusação de tratar-se de “pornografia”, a peça, na verdade, narra a tensão presente nas relações de poder conflituosas entre pessoas inseridas na peculiar situação carcerária. O texto, direto e forte, mesmo após mais de 50 anos de sua escrita, retrata a fragilidade, injustiça e violência impressas no sistema prisional do país, no que diz respeito a todas as suas variáveis instâncias, tanto na relação entre estado e indivíduo, como entre indivíduos encarcerados que criam suas próprias frestas de sobrevivência. Segundo o próprio autor: “O teatro foi a forma que encontrei para dar um testemunho a respeito do tempo mau que vivemos. Falo de gente que conheci e conheço, gente que está amesquinhada por gente; gente que vai se perdendo.”
Sem tentativas de recriações, a companhia traz uma encenação justa à proposta do texto. A direção propõe cenário e sonoplastia que fazem referência ao interior de uma cela, sem a necessidade de ilustrações, com o mínimo de elementos cenográficos presentes em cena. O espetáculo pauta-se na construção naturalista dos atores que tomam por foco traduzir o fio de tensão presente nos personagens propostos.
Fotos por rodrigo Souza
Com escolhas pontuais na adaptação e cortes no texto, o grupo trata a proposta de trazer o texto à cena com honestidade. A apreensão crescente entre os personagens e o espaço construído transfere para que o espectador faça a opção em concretizar as possibilidades de leituras e associações com a sociedade atual.
 
O espetáculo foi apresentado no dia 6 de setembro | 21h | CCBM.
*Joice Rodrigues de Lima é mestre em Artes Cênicas pela Unicamp, atriz, professora e produtora teatral.


 
 



08 Set 2014

Gambiarra

Publicado em Blog as 12h52





Por Pádua Teixeira (BH)*

“Gambiarra” é o título do espetáculo que a companhia Os Profiçççionais trouxe para o 8º Festival Nacional de Teatro de Juiz de Fora. Geralmente, nas apresentações de palhaços, a classificação do espetáculo é livre. Mas, neste caso, é recomendado a partir de 16 anos. O palhaço é extravagante, absurdo, mentiroso, surpreendente, provocador. Representa a liberdade e a anarquia, o mundo infantil. Embora vinculado aos circos, o palhaço pode atuar também em espetáculos abertos, em teatro, em programas de televisão. A meu ver, é o caso de “Gambiarra”, que usou uma linguagem televisiva, muito comum nas comédias atuais. Mas a proposta era trazer de volta o antigo circo-teatro. Em 60 minutos de apresentação, assistimos drama, comédia, comédia, drama. A companhia classificou o espetáculo de tragicomédia. O palhaço é lírico, inocente, ingênuo, angelical e frágil. O palhaço não interpreta, ele simplesmente é. Ele não é personagem, ele é o próprio ator expondo seu ridículo, mostrando sua ingenuidade.

Para tanto, cada ator desenvolve esse estado pessoal, de palhaço, com características particulares e individuais. Na apresentação da peça, assistimos aos dois casos. Os atores representam e, em alguns momentos, simplesmente são palhaços. O grupo Os Profiçççionais conseguiu atingir seus objetivos, pois a plateia deu boas risadas e a presença de uma única criança avalizou o espetáculo com ótimas gargalhadas.

Fotos por David Azevedo

O espetáculo foi apresentado no dia 6 de setembro | 15h | Diversão & Arte.

*Pádua Teixeira (BH) é diretor e produtor teatral.


 
 



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André Pavam

Coluna do Dia - 30/09/2014

30 de setembro de 2014
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