17 Maio 2013
Publicado em Tá sabendo? as 11h19
Alunos de Publicidade da FESJF emplacam cinco peças finalistas no Prêmio Tubal Siqueira
Estudantes do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Estácio de Sá de Juiz de Fora (FESJF) estão, mais uma vez, entre os finalistas do Prêmio Tubal Siqueira. Segundo o professor Tarcízio Dalpra Júnior, este resultado é o reconhecimento por tudo aquilo que os alunos viram e absorveram em sala de aula. “Para a Estácio é o reflexo de todo o trabalho que diretoria, coordenação e professores vêm desenvolvendo ao longo dos últimos anos, que consegue dosar muito bem a teoria e a prática. Em todas as edições do Tubal, a Estácio JF foi a Faculdade que mais emplacou peças no Short List e também a que mais levou prêmios. Nesse ano de 2013 temos cinco peças finalistas, presentes em todas as categorias”, comemora Tarcízio.
A estudante Jaqueline Márcia Silva Dias faz parte de um dos grupos finalistas. Ela integra a equipe que desenvolveu duas peças: Viciados em Tecnologia e Mundo de Viciados. “Ao analisarmos o briefing, definimos que iríamos fazer uma crítica não à tecnologia, mas à forma como as pessoas estão fazendo uso dela. A tecnologia é necessária, uma vez que os avanços e as melhorias que temos acesso são provenientes, em sua maior parte, dela. Fizemos algo na linha cômica e pensamos em situações que envolvessem a tecnologia e as redes sociais. Pegamos expressões conhecidas, como curtir, cutucar, entre outras, para construir os diálogos nas duas peças. Por fim, transformamos essas ideias em personagens bem caricatas, mas com forte apelo e identificação com o público”, explica empolgada.

Bárbara Barreiros Fagundes é outra aluna do curso de Publicidade e Propaganda finalista do Prêmio. “Acho que o Tubal é um prêmio muito importante na carreira de qualquer publicitário”, destaca. Ela conta que na peça Museu da Vida Real decidiu abordar a substituição de coisas básicas do dia-a-dia por tecnologias, por exemplo, a substituição "da roda de amigos em mesa de bar por rede social". O propósito, segundo Bárbara, é mostrar que a tecnologia é boa, mas viver é melhor ainda.

Luciana Aparecida Mattoso de Almeida é integrante do grupo que concorre com a peça Desconecte: “A ideia surgiu justamente para mostrar ao público que fora do computador há coisas para conhecer e viver”, ressalta. A estudante Camila Fernanda Moraes de Paula, 21 anos, também participa de uma equipe finalista no concurso, com a peça Saiba Usar. “Pensamos em como somos desligados hoje em dia. Passamos tanto tempo ligados a tecnologia e não percebemos que ela faz mal, que acabamos dependentes dela. Ficamos muito conectados e esquecemos o mundo lá fora. Você tem que fazer parte da tecnologia, não ela fazer parte de você”, diz Camila.
Na categoria Estudantes, serão premiados três materiais, sendo 1 VT, 1 Spot/jingle e 1 peça de internet.
Agência Experimental de Jornalismo
Texto: Cássia Jéssica Galhardo – 3º período de Jornalismo
Jornalista responsável: profª Aline Maia
Publicado por: Colaboração Cássia Jéssica Galhardo - 3º período de Jornalismo da Estácio de Sá
13 Maio 2013
Publicado em Tá sabendo? as 14h38
O sonho de ter o próprio negócio pode ser atribuído a milhares de brasileiros. Mas em um mercado tão competitivo, consolidar uma marca requer bons investimentos, estratégias de marketing e muito conhecimento sobre a área a se investir.
É neste contexto, que o sistema de franquias entram como uma alternativa oportuna para os micro e pequenos empreendedores.

É com uma atenção especial a esse nicho que o Sebrae Minas promove o Seminário de Oportunidade e negócios - Sebrae On.
Nessa quarta-feira (15), 15 franqueadoras estarão reunidas no Victory Business Hotel, apresentando seus modelos de negócios.
Haverá, ainda, palestras sobre micro tendências e negócios, com foco na importância da inovação. Os palestrantes são André Gildin (responsável pela área de inteligência de negócios da Ericsson Telecomunicações para a América Latina) e Aristides Newton, sócio da Anewton Franchising.
Confira a entrevista com Aristides Newton com dicas para quem se interessa em abrir uma franquia.
As inscrições são gratuitas, ainda estão abertas e podem ser feitas pelos telefones: (32) 3257-4712/4702.
Publicado por: Da Redação - Zine Cultural @zinecultural
09 Maio 2013
Publicado em Tá sabendo? as 16h48
Dando continuidade à X Semana da Comunicação, com o tema Mídias Alternativas, na terça-feira, 7 de maio, foram realizadas duas palestras: a primeira com o responsável pelo site “Toque de Bola”, Ivan Elias; já a segunda com a equipe da marca “Chico Rei” e o Analista SEO e Mídias da Buena Vista Marketing, Bob Zaninetti.
O “Toque de Bola” surgiu entre dezembro de 2011 e janeiro de 2012. O foco principal é o esporte local, mas o site também apresenta notícias da região. Segundo o jornalista e responsável Ivan Elias, há um retorno significativo dos leitores sobre as notícias publicadas, principalmente comentários nas coberturas ao vivo. Ivan explicou que a ideia surgiu de uma vontade pessoal e que ele procurou criar o site com a agilidade de um blog. “Acompanhamos, o tempo todo, as matérias que estão sendo lidas. A internet, hoje, é a maneira mais completa de divulgarmos o maior número de informações que a gente não teria tempo para veicular em outras mídias”, ressaltou.

A “Chico Rei” é uma marca que vende camisetas, canecas e pôsteres personalizados. A empresa, que não tem lojas físicas, fez parceria com o Rock in Rio, sendo a única loja autorizada do maior festival de música do mundo. A equipe de designers, em conjunto com a Buena Vista Marketing, trabalhou estratégias alternativas para a divulgação da coleção de camisas para o festival. Segundo o assessor de comunicação da Chico Rei Tiago Vieira, como a marca dialoga com o humor, este aspecto juntou-se à produção das peças para o evento. De acordo com o analista da Buena Vista Marketing Bob Zaninetti, “o Facebook Ads e o Google Adwords foram as primeiras estratégias para divulgar a coleção”. Ele ainda destacou: “Fizemos palavras-chaves em banners e entramos com campanhas de controle para saber a aceitação do público”.

Os estudantes aprovaram as palestras do segundo dia da Semana da Comunicação. Para Thaís Ávila, aluna do 3° período de Jornalismo, a palestra sobre o site Toque de Bola foi excelente pois se identificou ainda mais com a área de esportes. Saulo Otoni, aluno do 1º período declarou achar muito dinâmico o debate sobre as estratégias de comunicação da marca Chico Rei: “Esse recurso de buscar uma mídia livre é muito abrangente e alcança o público de uma maneira geral”.
Agência Experimental de Jornalismo
Texto: Cássia Jéssica Galhardo – 3º período de Jornalismo
Jornalista responsável: profª Aline Maia
Fotos: Nucom
Publicado por: Colaboração - Cássia Jéssica Galhardo 3º período de Jornalismo da Estácio de Sá
08 Maio 2013
Publicado em Tá sabendo? as 17h00
A elaboração de portfólios, cuidados com voz e expressão corporal, o lugar do repórter no telejornalismo. Estes foram alguns dos temas das oficinas oferecidas pela X Semana da Comunicação da Estácio de Sá JF.
Para ministrar as oficinas, a organização do evento convidou profissionais da área de Comunicação. Em “Como elaborar seu portfólio”, João Paulo Lopes mostrou aos estudantes as melhores formas para montar um portfólio simples, mas que claro e objetivo.
Em “Voz e expressão corporal”, Leandro Boscicato destacou como trabalhar a fala através de exercícios práticos.

O repórter da TV Alterosa, Evandro Medeiros, ministrou a oficina “O lugar do repórter no telejornalismo reconfigurado”. Já a oficina “Mídias sociais de nicho” abordou temas como a utilização das mídias sociais para narração de situações ocorridas em programas de TV. O oficineiro Filipe César destacou o barateamento de computadores e smartphones como fator que tem contribuído para o crescimento dos usuários de internet e de mídias sociais.
Fábio Marcheto foi responsável por “Edição de vídeo no Adobe Premiere”. E a oficina com o tema “Youtube 2.0: cultura participativa”, ministrada por Pamella Albuquerque, abordou a explosão de novos conteúdos na rede.
Os alunos aprovaram as atividades, que tiveram grande número de inscrição.
Agência Experimental de Jornalismo
Texto: Maraísa Tavares – 3º período de Jornalismo
Jornalista responsável: profª Aline Maia
Publicado por: Colaboração: Maraísa Tavares 3º período de Jornalismo da Estácio de Sá
03 Maio 2013
Publicado em Tá sabendo? as 13h00
Ampliando a oferta para o mercado da tecnologia, a Estácio de Sá de Juiz de Fora passa a oferecer o curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, o primeiro presencial na cidade. Para quem pensa em seguir carreira na área, vale dar uma olhada nas considerações do Douglas Machado - coordenador do curso. De acordo com ele, nota-se uma crescente demanda por profissionais de TI (tecnologia da informação) em Juiz de Fora. "Na medida em que as empresas crescem e novas empresas instalam-se na cidade, mais profissionais de TI são necessários", afirma. Ainda segundo Douglas, há uma brecha nas empresas de desenvolvimento de software, que carecem de analistas e desenvolvedores de sistemas.

Pergunte ao professor:

O profissional dessa área pode trabalhar com o quê?
O curso preparara o profissional tanto na parte de análise quanto na parte de desenvolvimento. O desenvolvimento de software está mais ligado com a “mão na massa”. O aluno da Estácio estudará a fundo, com aulas teóricas e práticas, diferentes linguagens de programação e bancos de dados. Aquele que tiver mais aptidão nesta área poderá partir para a área de programação. É bom destacar que as software houses de Juiz de Fora têm se queixado de falta de programadores na cidade. Entretanto, nem tudo no desenvolvimento se resume à programação. Por isso o aluno da Estácio também aprenderá a trabalhar com processos de desenvolvimento de software, engenharia de usabilidade, modelagem de sistemas, testes de software e gerência de projetos.
Quais habilidades são desenvolvidas?
O curso atende tanto profissionais de mercado, que desejam a formação profissional, quanto iniciantes na área. As principais habilidades e competências adquiridas ao longo do curso são:
- Analisar, especificar e projetar soluções automatizadas para os processos administrativo-organizacionais;
- Programar, validar e implantar soluções computacionais baseadas nas melhores práticas da Engenharia de Software;
- Gerir soluções de armazenamento de dados e gerenciamento da informação;
- Gerir projetos de desenvolvimento de software.

Como está o mercado para os profissionais da área?
O mercado está muito aquecido. Em Juiz de Fora, estão baseadas empresas de desenvolvimento de software de atuação nacional, como a Centralx, BraZip, ProDoctor, ProSoft, Handcom, Principalx, iPixel, Gemini, Solucionar, Novaprolink, Aprimorar, TOTVS e, mais recentemente, Stafanini, Thomson Reuters e Bertini. Cada vez mais empresas de software se instalam por aqui. Para quem planeja sair da cidade, uma pesquisa recente encomendada pela Cisco revelou que a demanda por profissionais de TI no Brasil excederá a oferta em 32% para 2015. Vale destacar que o curso que a Estácio oferta em Juiz de Fora segue a mesma matriz curricular ofertada nos grandes centros, garantindo que o egresso do curso tenha preparação suficiente para trabalhar nas multinacionais das grandes capitais.
Publicado por: Maruscka Grassano @maruscka
Publicidade
18/05/2013
23/05/2013
23/05/2013
23/05/2013
24/05/2013
25/05/2013
25/05/2013
ZINECULTURAL.COM - DESDE 1999 | Todos os Direitos Reservados | Rua Floriano Peixoto, 723 | Centro - Juiz de Fora | CEP 36.015-440
Zine Cultural Comunicação e Entretenimento Ltda.