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Passeata: Proteção do Direito das Mulheres @ Dom Bosco - Zine Cultural

Nov
29
2018

Passeata em Proteção do Direito das Mulheres @ Dom Bosco



Os grupos Vida Plena e Abrace a Causa promovem palestra sobre violência doméstica, na ABAN, e a passeata "Afasta de mim esse CALE-SE", no Dom Bosco.


Ingressos

Nos eventos que oferecem a possibilidade de ingressos "meia-entrada", é necessário comprovar a condição com documentação específica.

EVENTO JÁ REALIZADO

No mês de novembro, o grupo de mulheres participantes do Vida Plena - metodologia de combate à pobreza criada pela ABAN - e o grupo Abrace a Causa, ação prática do movimento, do bairro Dom Bosco, promovem duas ações com o objetivo de conscientizar outras mulheres da comunidade sobre a violência doméstica e o feminicídio. O primeiro evento ocorre na sede da ABAN, no dia 29/11 (quinta-feira), com uma palestra sobre violência doméstica, ministrada por Maria Luiza Moraes, da Casa da Mulher, às 18h30. Já no dia 30 (sexta-feira), elas saem às ruas do bairro Dom Bosco com a passeata "Afasta de mim esse CALE-SE", também às 18h30.

 

 

Os grupos Vida Plena Abrace a Causa se baseiam no conceito de sororidade: empatia e companheirismo que se definem pela aliança entre mulheres em busca de objetivos em comum. Fortemente presente no feminismo, o conceito consiste no não julgamento prévio entre as próprias mulheres, no intuito de combater estereótipos preconceituosos criados por uma sociedade machista e patriarcal.

 

 

Segundo dados do Mapa da Violência 2015 (Cebela/Flacso), o Brasil está entre os países com
maior índice de homicídios femininos, ocupando a quinta posição em um ranking de 83 nações. Nesse contexto, surgiu o termo feminicídio, que é o assassinato de uma mulher simplesmente por sua condição de ser mulher. Geralmente, é motivado por ódio, desprezo ou pelo sentimento do parceiro ou ex-parceiro, pela perda do controle e da propriedade sobre a mulher - o que é muito comum em sociedades onde a mulher é discriminada, como no Brasil.

 

 

Juliana Assis, que já viveu situações de agressão com o ex companheiro e agora é responsável pelo grupo que discute o assunto, lembra que não fazia ideia do que era violência doméstica e
feminicídio:

"Agressão pra mim era bater, matar... Mas hoje eu vejo que existem várias formas de violência dentro de casa, como um xingamento, uma humilhação. Através do grupo fui entendendo e percebendo como é bom a gente se abrir e procurar uma instituição que pode apoiar a gente. Liderar um grupo de mulheres está sendo uma descoberta pra mim, estou aprendendo muito", conta.

 


Juliana Assis é participante do Vida Plena, liderança do grupo "Abrace a causa" contra violência doméstica, participante do projeto empregabilidade e futura empreendedora da ABAN na incubadora de salgados (Foto: Victor Melandre)

 


 

O Zine Cultural não se responsabiliza por alterações de última hora efetuadas na programação deste evento sem comunicação prévia à redação.
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