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JF Foto 17 @ Juiz de Fora - Zine Cultural

Nov
09
2017

JF Foto 17 @ Juiz de Fora



Com palestras, exposições fotográficas, mesas redondas, oficinas práticas, entre outras atrações durante todo o mês de novembro. Confira a programação completa aqui!


Ingressos

Nos eventos que oferecem a possibilidade de ingressos "meia-entrada", é necessário comprovar a condição com documentação específica.

EVENTO JÁ REALIZADO

Em novembro, Juiz de Fora recebe mais uma edição de uma das maiores maratonas de fotografia da Zona da Mata e região, o evento JF Foto 17. A abertura ocorre na quinta-feira (09/11), com palestras, exposições fotográficas, mesas redondas, oficinas práticas, entre outras atrações. As exposições ficam em cartaz até o dia 10 de dezembro. Confira a programação completa abaixo:

 

 

Abertura: 09/11 | 19h – Museu de Arte Moderna Murilo Mendes

 

Palestra inaugural: “Quanto à estética e poesia de Walter Firmo”

 

Palestrante: Walter Firmo (fotógrafo, RJ), com participação especial de Sérgio Neumann (fotógrafo, JF)

 

Apresentação do vídeo “Entre”, de Ana Rodrigues (fotógrafa, RJ): O projeto foi realizado em um complexo de prédios no bairro Engenho Novo, no Rio de Janeiro, onde havia antigas sedes de grandes empresas de telecomunicações. Em 2014, depois de abandonado, o conjunto foi invadido por seis mil pessoas, que foram expulsas com violência. O trabalho é composto por imagens feitas no interior dos prédios e um inventário fotográfico de objetos recolhidos no local.

 

 

10/11 | 8h – Centro Cultural Bernardo Mascarenhas


 

Exposições individuais: “Totoma!”; “Amigos da Lira Guaraniense”; “Tempo Improvável – daguerreótipos”; “Yes, Nós Temos Iglus”; “Meu Sertão”; VI Prêmio Funalfa de Fotografia: “Espelhos da Alma”; “Dia de Slam”; “Memória Coletiva”

 


Exposições Coletivas: “Diferentes Formas de Fé”; “Transitivo”; “Hoje é Domingo, pede cachimbo”; “Ficções - A fotografia Além do Real”; “SomaMulheres”; “Folia de Imagens”; “Primeira Pessoa do Singular”

 

10/11 - 10 horas - Anfiteatro João Carriço, sede da Funalfa - Leitura de portfólios

 

Ministrado por: Walter Firmo

 

Inscrições: efetuada antecipadamente na Funalfa até 8 de novembro, pelo telefone 3690- 7036, das 9 às 12 horas e das 14 às 17 horas. Vagas limitadas.

 

 

10/11 – 20 horas – Casavinteum Espaço Experimental

 

Palestra : “O Rio de Janeiro de Custódio Coimbra”

 

Palestrante: Custódio Coimbra (fotógrafo e fotojornalista, RJ), com participação especial de Gustavo Stephan (fotógrafo, RJ).

 

11/11 – 15 horas – Anfiteatro João Carriço, sede da Funalfa

 

Mesa-redonda: “Fotógrafas Brasileiras”

 

Ministrada por: Wânia Corredo e Stela Martins (Grupo Fotógrafas Brasileiras) e coletivo SomaMulheres (JF)

 

- 11/11 – 19 horas – Anfiteatro João Carriço, sede da Funalfa

 

Apresentação “Coletivo Goianá”: vídeo e conversa, com Gustavo Stephan (fotógrafo, RJ).

 

Fotógrafos: Jeremy Suyker (documentarista francês), Marcelo Valle, Pedro Amorim, Alexandre Chaves, Catarina Rodrigues, Márcio Menasce, Anna Clara Carvalhal, Bruno Ronsini, Michelle Guimarães, Lúcia Furtado, Nicolau Nassar, Kita Pedrosa e Dowglas Silva.

 

Há um ano, um grupo de fotógrafos registrou o desenvolvimento na região de Goianá (MG). O coletivo surgiu naturalmente nas oficinas de fotografia dos “Encontros da Leocádia”, que acontecem nesta cidade vizinha de Juiz de Fora. O objetivo do trabalho é contribuir com a formação de novos fotógrafos e fazer fotografias que possam colaborar com o desenvolvimento da região.

 

12/11 – 17 h - Anfiteatro João Carriço, sede da Funalfa

 

Palestra: “Magnum CaravanBrazil”

Palestrantes: Roberta Tavares e Dan Inmel (produtores, RJ) Lições compartilhadas por Magnum Fotógrafos que expõem ângulos das particularidades e personalidades dos profissionais e que fazem com que sejam reconhecidos como masters em uma indústria tão saturada e competitiva.

 

15/11 | 11h30 - Museu Mariano Procópio (Galeria Maria Amália e jardins)

 

Exposição: “Fare Juiz de Fora: arquitetura e trabalho na Cia. Pantaleone Arcuri”

 

Curadoria: Rosane Ferraz Fotografia: Acervo do Museu Mariano Procópio

 

16/11 | 19 horas - Museu Mariano Procópio (auditório)

 

Mesa-redonda: “O acervo fotográfico do Museu Mariano Procópio”

Ministrada por: Rosane Ferraz (historiadora, responsável pelo Arquivo Fotográfico do Mapro)

 

17/11 | 19 h – Anfiteatro João Carriço, sede da Funalfa

 

Mesa-redonda: “Fotografia, periferia e memória”

Com: Dante Gastaldoni (fotógrafo e um dos criadores da “Escola de Fotografia da Maré”), Dani Dacorso (fotógrafa, JF), com participação especial de Adenilde Petrina (Doutora Honoris Causa pela Universidade Federal de Juiz de Fora, militante do movimento negro e criadora do Coletivo Vozes da Rua)

 

20/11 | 19h – Anfiteatro João Carriço, sede da Funalfa

 

Apresentação do vídeo “Por onde andei”: com Stela Martins (Fotógrafa, RJ)

Imagens: Tete Lima e Eliana Aguiar (JF), Andréa Teixeira, Guta Seixas, Paulo Henrique Cruz e Stela Martins. O projeto tem como objetivo apresentar imagens coletadas por diversas regiões do Brasil e do mundo por meio do olhar atento e criativo de novos fotógrafos

 

Programação de Oficinas 

 

 

1) “Da fotografia de reportagem para o livro”

 

Inscrições: até 9/11

Coordenador: Gustavo Stephan (Rio de Janeiro)

Data: 10/ 11 – das 15 às 18 horas

Número de participantes: mínimo de 5 e máximo de 12 pessoas

Local: Anfiteatro João Carriço (Av. Rio Branco, 2.234, Centro)

Valor: R$ 50,00 por participante. O certificado será fornecido por email

Programa:

  • Apresentação das fotografias da expedição de Amyr Klink para a Antártica em 2002: A preparação para a viagem; os objetivos da expedição; as dificuldades em fotografar no mar e no frio; cuidados com o equipamento; histórias da viagem; o livro “dias na antártica”, a exposição
     
  • Apresentação das fotografias do ensaio sobre caminhoneiros: A preparação para a viagem; os objetivos do trabalho; as dificuldades encontradas nas estradas; as histórias da viagem; o livro “Por Onde Andamos”; os desdobramentos da viagem
     
  •  Apresentação das fotografias do ensaio sobre os “Bate-bolas”: O interesse pelo tema, o objetivo do trabalho, quem são os “Bate-bolas”?; as dificuldades do trabalho; importância do assunto.

 

Gustavo Stephan é mineiro de Juiz de Fora. Foi Repórter Fotográfico do Jornal O Globo de 1991 até 2015. Ganhou o prêmio “Focus on Your World” 2005 UNEP (United Nations Environment Programme) e participou de várias exposições individuais e coletivas.

 


Foto: divulgação

 

2) Oficina demonstrativa “Vivência em Daguerreotipia”

 

Inscrições: até 14/11

Coordenador: Francisco Moreira da Costa (Estúdio Século XIX - Rio de Janeiro)

Carga Horária: 8 horas

Data/horário: 16/11 – das 9 às 18 horas

Número de participantes: mínimo de 6 e máximo de 20 pessoas

Local: Laboratório de Conservação do Museu Mariano Procópio (MAPRO - Rua Mariano Procópio s/n, Mariano Procópio)

Valor: R$ 150,00 por participante. Todo o material e equipamento necessários para a demonstração será fornecido na oficina. O certificado será fornecido por email.

Sobre a oficina: Um daguerreótipo é uma imagem única realizada sobre uma placa de cobre recoberta de uma fina camada de prata. Sua superfície prateada reluzente mostra, conforme o ângulo do olhar, ora uma imagem negativa, ora uma imagem positiva: é um positivo direto. (Definição tirada do catálogo “Paris Et Le Daguerreotype”, Paris Musees - tradução livre) A oficina propõe oferecer um panorama integral desta técnica fotográfica oitocentista para todos os amantes da fotografia e permitir que cada participante veja o processo nascer desde o polimento da placa de cobre até se obter a imagem sobre a prata.

Programa:

  • Palestra de introdução a história da daguerrotipia, apresentação dos equipamentos e procedimentos para a realização do processo
     
  • Serão realizadas todas as etapas de produção de um daguerreótipo: Sensibilização de duas placas de prata; exposição na câmera fotográfica; revelação com mercúrio; fixação e montagem com materiais contemporâneos.

 

Francisco Moreira da Costa pesquisa daguerreotipia desde 1996. Desenvolveu o seu equipamento a partir de manuais do século XIX. É um dos únicos brasileiros a utilizar a técnica original da daguerreotipia e está entre cerca de 30 daguerreotipistas contemporâneos em atividade no mundo inteiro. Em 2004, ganhou o “Prêmio Aquisição” no Salão Arte Pará, passando a integrar o Acervo da Fundação “Rômulo Maiorana”. Em 2016, seus daguerreótipos passaram a fazer parte das coleções do Instituto “Moreira Sales” e da Fundação Biblioteca Nacional/MINC. Já coordenou diversas oficinas de daguerreotipia no Brasil e em outros países da América do Sul.

 

 

3) Oficina demonstrativa “Domando Um Drone”

 

Inscrições: até 14/11

Coordenador: Américo Vermelho (Rio de Janeiro)

Carga Horária: 8 horas

Data/horário: 16/11 – das 10 às 18 horas

Número de participantes: mínimo de 5 e máximo de 8 pessoas

Local: Museu Mariano Procópio – (Rua Mariano Procópio s/n, Mariano Procópio)

Valor: R$ 150,00 por participante

Público alvo: público em geral, com ênfase aos fotógrafos e cinegrafistas profissionais. Os interessados que possuírem um drone podem levar para demonstração. O certificado será fornecido por email.

Programa:

  • A oficina pretende mostrar os mais variados usos do drone, instrumento na fronteira do conhecimento, no que diz respeito à produção de imagens aéreas, (fotos e vídeos). Hoje em dia aumentou-se consideravelmente a utilização de drones nos campos do Audiovisual, Cartografia e Área Agrícola. Serão demonstrados os principais cuidados para uma segura pilotagem, onde deve se observar vários dados que o sistema fornece antes de levantar vôo.

 

Américo Vermelho é fotojornalista de formação e origem. Trabalha com fotografia há mais de 40 anos. Passou a colaborar com alguns dos mais importantes jornais nacionais, como O Estado de São Paulo, O Globo, Jornal do Brasil, bem como com as revistas Senhor, Veja e Isto É. Integrou o primeiro grupo de fotógrafos contemplado em 1983 com a Bolsa de Fotografia “Marc Ferrez” do Instituto Nacional da Fundação Nacional de Arte (programa de bolsas de trabalho e pesquisa hoje denominado “Prêmio Ferrez”) com o projeto “Presença Norte-Americana no Brasil: um Registro Visual”. Participou de importantes coletivas, como a mostra “Miroir Rebelle”, organizada pelo “Departamento de Fotografia, Vídeo & Novas Tecnologias” do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro para o “Mois de la Photo à Paris”, em 1981. No começo dos anos 90 atuou preferencialmente atendendo grandes empresas, no país e no exterior, produzindo, além de fotografias, também vídeos corporativos. Com o advento dos drones, passou a produzir também imagens aéreas, tanto em vídeo quanto em fotografia.

 

 

4) “Vivência Analógica: A Fotografia Em Matéria”

 

Inscrições: até 14/11

Coordenador: Thiago Barros (Rio de Janeiro)

Carga Horária: 8 horas-aula

Data/horário: 16/11 – das 14 às 18h |  17/11 – das 9 às 13h

Número de participantes: mínimo de 5 e máximo de 12 pessoas

Local: Funalfa, sala de Reuniões (Av. Rio Branco, 2.234, Centro)

Valor: R$ 150,00 por participante *O certificado será fornecido por email.

Programa:

  • A oficina oferece aos alunos a possibilidade de vivenciar um mergulho no universo da fotografia analógica, com apresentação de alguns dos diferentes processos fotográficos utilizados na história e de grandes fotógrafos contemporâneos, que lançam mão destes nos dias de hoje. Na parte prática, os alunos irão produzir imagens a partir de técnicas como cianotipia e a impressão por clorofila.

 

Thiago Barros é bacharel em Comunicação Social pela UFRJ. Leciona na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e na Sociedade Fluminense de Fotografia. Foi laboratorista de preto e branco durante 18 anos e ampliou fotografias para Evandro Teixeira, Miguel Rio Branco, Walter Carvalho, Fundação Pierre Verger, MAM e MIS, além de ser colaborador do Centro de Conservação e Preservação Fotográfica da Funarte. Possui imagens em publicações, expõe em mostras individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Recebeu o Prêmio Internacional “Juan Rulfo” de Fotografia e dedica-se a estudos de residências artísticas nacionais e internacionais. Incorpora as coleções da Maison Européene de la Photographie, Gilberto Chateaubriand e Museu Nacional de Belas Artes. É um dos fundadores do Ateliê Oriente.

 

 

5) “Documentário Subjetivo”

 

Inscrições: até 16/11

Coordenador: Daniela Dacorso (Rio de Janeiro)

Carga Horária: 8 horas

Data/horário: 17/11 – das 9 às 18 horas

Número de participantes: mínimo de 6 e máximo de 12 pessoas

Local: Anfiteatro João Carriço, Funalfa (Av. Rio Branco, 2.234, Centro)

Valor: R$ 150,00 por participante

Público alvo: público em geral, com ênfase aos fotógrafos e cinegrafistas profissionais.O certificado será fornecido por email.

Sobre a oficina: A oficina pretende levar os participantes a uma reflexão sobre o conceito de documentário subjetivo, tipo de fotografia que usa a linguagem documental como ponto de partida para a fotografia de arte. Ao deixar de lado a preocupação em ser fiel ao visível, essa abordagem permite o afloramento e a expressão do imaginário de seus autores, quando a ficção é assumida e desejada sem restrições. A partir da discussão desse conceito, serão apresentados fotógrafos contemporâneos - brasileiros e estrangeiros - cujo trabalho reflete essa tendência. Também será abordada a experiência pessoal da fotógrafa– usar o fotojornalismo como ponto de partida para a auto-expressão.

Programa:

  • Fotografia como espelho do real: origens da fotografia e o julgo da representação: - Daguerreótipos: os espelhos com memória
    - Calótipo: Talbot e o lápis da natureza
    - Baudelaire e Delacroix: fotografia, o primo maldito das Artes
    - Pictorialismo x Nova objetividade
    - Fotografia como documento: a fotografia humanista do século XX
     
  • Da objetividade à subjetividade:
    - Documentário subjetivo: o uso da linguagem documental como ponto de partida para a fotografia de arte
    - Definição de Documentário Subjetivo e apresentação de trabalhos de fotógrafos nacionais e estrangeiros
     
  • Em busca de uma mitologia pessoal: experiência fotografando bailes funk e personagens da periferia carioca
     
  • Técnica fotográfica- recursos para representar o imaginário
     
  • Como usamos a linguagem fotográfica para dar voz à nossa subjetividade? - Escolhas técnicas, edição, suporte

Mineira de Juiz de Fora, formada em Comunicação Social com Pós-Graduação em fotografia como Instrumento de Pesquisa em Ciencias Sociais, Daniela Dacorso trabalha como fotógrafa e desenvolve projetos pessoais como artista visual. Corpo, religiosidade e cultura urbana são temas recorrentes em seu trabalho, citado em publicações como “Fotografia no Brasil/ um olhar das origens ao contemporaneo” , Funarte, 2004; “Brazil Contemporary”, Nai Publishers, Holanda, 2009 e “Street World – Urban Art and Cultura from Five Continents”, Abrams, New York, USA, 2007 . Realizou individuais na Holanda (Netherlands Fotomuseum, Rotterdam), França (Maison Folie de Moulins, Lille) e no Brasil (Galeria do Sesc Tijuca , Galeria do Atelie da Imagem RJ), e participa da Coleção Joaquim Paiva de Fotografia com oito fotos da série “Totoma”.

 

 

6) “A Cidade Somos Nós - Fotografia Documental”

 

Inscrições: até 17/11

Coordenadores: Ratão Diniz e Luiz Baltar (Rio de Janeiro)

Carga Horária: 12 horas-aula

Data/horário: 18/11 – das 9 às 18 horas | 19/11 – das 9 às 13 horas

Número de participantes: mínimo de 10 e máximo de 15 pessoas

Local: Anfiteatro João Carriço, Funalfa (Av. Rio Branco, 2.234, Centro)

Valor: até 16/11, R$ 160,00 por participante |  A partir de 17/11, R$ 200,00 por participante

Público-alvo: fotógrafos, pesquisadores, professores, artistas, quem possa se interessar pelo tema. Cada um dos participantes pode trazer seus trabalhos, ensaios e vivências. O certificado será fornecido por email.

 


Foto: divulgação

 

Sobre a oficina: O subúrbio e as favelas são territórios pouco explorados pelos fotógrafos como lugares de construção da memória da cidade. Através da apresentação de ensaios e documentações (Projeto “Revelando os Brasis”, ocupações militares, remoções forçadas, manifestações de junho) mostraremos como é possível construir uma cidade mais democrática, visualmente, estabelecendo diálogos entre fotografia, movimentos sociais e direitos humanos. Além disso, falaremos da nossa experiência com a Escola de Fotógrafos Populares, Agência Imagens do Povo, Coletivo Favela em Foco, Folia de Imagens e novos projetos em desenvolvimento. Reflexão sobre a potência da fotografia, tanto como produtora de memória, quanto como expressão de mundos possíveis.

 


Foto: divulgação

 

7) “Uma Luz Um Sentimento II”

 

Inscrições: até 17/11

Coordenador: Sérgio Neumann (Juiz de Fora)

Data/horário: 20, 21 e 22 – das 19h às 22h

Número de participantes: mínimo de 5 e máximo de 10 pessoas

Local: Studio Sérgio Neumann – (Av. Barão do Rio Branco, 1495/201, Centro)

Valor: R$ 180 por participante

Público alvo: público em geral, com ênfase aos fotógrafos e cinegrafistas profissionais. O certificado será fornecido por email.

Pré-requisitos para matrícula: Ter conhecimento das técnicas básicas de fotografia; ter máquina fotográfica digital com controle manual e entrada para flash de estúdio ou sapata para flash dedicado.

Sobre a oficina: A oficina propõe produzir imagem iluminada por uma única fonte de luz, explorando os sentimentos íntimos mais profundos da alma, no momento em que o fotografado se entrega totalmente para a criação desta imagem, em estúdio.

Programa:

1ª parte: (todo grupo) - 3 horas: 

  • Análise de imagens de alguns fotógrafos retratistas do século XIX e XX
     
  • Entender a técnica e importância de se trabalhar com uma única fonte de luz

2ª parte: (todo grupo) - 3 horas:

  • Formar um conceito de fotografia e sentimentos
     
  • O aluno participará de uma dinâmica de grupo para desenvolver a capacidade de sentir o outro, de perceber as particularidades em cada pessoa e de extrair seus desejos e sentimentos mais profundos, transformando-os em belos retratos

3ª parte: (cada dupla) - 4 horas

  • Cada aluno irá criar seu projeto e executar sua fotografia em estúdio (aulas agendadas pelos alunos)

Sérgio Neumann é natural de Juiz de Fora, fotógrafo profissional, trabalhou no Museu Mariano Procópio atuando no setor de reprodução, conservação, catalogação e processo técnicos laboratoriais para geração de cópias de segurança e permanência; foi fotógrafo e professor de fotografia da Funalfa; professor de fotografia publicitária em diversas graduações de Publicidade e Propaganda; organizador da terceira edição do Álbum do Município de Juiz de Fora de 1915, reeditado em 2008; ministra diversos cursos na área de fotografia em seu estúdio; participou de projetos pela UFJF/FAPEMIG; participou de publicações como: A Fotografia no Museu Mariano Procópio de Afonso Rodrigues, Juiz de Fora: história, texto e fotografias, O Brasil na Fotografia Oitocentista de Pedro Vasquez, Memória: Conhecer para preservar de José Alberto Pinho Neves , Memória da urbe: bens tombados da Funalfa, entre outros; curador nos JFFOTOS de 2012, 2013, 2014 e 2015; contemplado pelo Prêmio Funalfa de Fotografia nos anos de 2014, 2015 e 2016. Atua hoje no Conselho Municipal de Cultura da cidade de Juiz de Fora.

 

 

8) “Fotografia Para Celulares”

 

Inscrições: até 24/11

Coordenador: Oswaldo Luiz Calzavara (Juiz de Fora)

Carga Horária: 8 horas-aula

Data/horário:

  • 25/11 – das 14 às 18 h - Anfiteatro João Carriço (Av. rio Branco, 2.234, Centro)
     
  • 26/11 – das 14 às 18 horas - Parque da Lajinha (Av. Paulo Japiassu Coelho, s/n, Teixeiras)

Número de participantes: mínimo de 15 e máximo de 20 pessoas

Valor: R$ 75,00 por participante. O certificado será fornecido por e-mail.

Sobre a oficina: Oficina destinada a todos que fazem uso do celular para fotografar. A tecnologia nos celulares como câmera fotográfica vem dia a dia crescendo e se popularizando. Quem hoje não se vale do celular para registrar momentos importantes com amigos e familiares ou registrar seus passeios? Pretende-se levar ao participante a forma como um fotógrafo vê o mundo, não importando que tipo de celular ele possui.

Programa:

  • Principais funções nas câmeras de celulares
  • Trabalhando com a luz - Exposição e correção de exposição
  • Manuseio adequado do celular para tomadas de fotos
  • Temas fotográficos e Cenários
  • Composição fotográfica (enquadramento, princípio da regra dos terços, planos, perspectiva, linhas)
  • Leitura de uma imagem
  • Luz e Sombra - Técnicas de iluminação (como tirar o melhor proveito da luz natural em ambientes internos e externos)
  • Edição de imagens em celular
  • Apoio online através de Grupo na rede social Facebook com postagem de dicas, esclarecendo dúvidas e postagem de vídeos de apoio

Oswaldo Luiz Calzavara é jornalista com 45 anos de vivência na arte fotográfica. Há 25 anos dedica-se a difundir a fotografia. Iniciou-se dentro do fotojornalismo onde adquiriu a maioria das técnicas fotografias, utilizadas ainda hoje. Seus temas são diversos, como a natureza, a vida na cidade, esportes, pessoas, mas se dedica também a trabalhos comerciais. A realização de um curso de Extensão na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul revelou o seu talento para o ensino da fotografia através de curós e oficinas em todo o Brasil.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Zine Cultural não se responsabiliza por alterações de última hora efetuadas na programação deste evento sem comunicação prévia à redação.
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