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Conheça a Argentina gastando pouco! Parte 1 - Zine Cultural

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Conheça a Argentina gastando pouco! Parte 1

Por: Anderson Ferreira

Conhecer um novo país é considerado, por muitos, uma tarefa difícil! Maas, viajar é mais barato e fácil do que se imagina. É quase uma questão de prioridade, de escolha. Cada um tem a sua e, se você planeja conhecer “los hermanos porteños”, se liga nas sugestões a seguir! Lembrando que esse é um conteúdo opinativo, baseado nas experiêcias que eu, Anderson Ferreira, passei. 
 

Casa Rosada - Foto: Anderson Ferreira
Casa Rosada - Foto: Anderson Ferreira


Buenos Aires é a capital da Argentina, além, de ser considerada a segunda maior área metropolitana da América do Sul, perdendo apenas para nossa queridinha São Paulo. Em junho deste ano (2017), resolvi passar alguns dias das minhas férias por lá e usando dicas valiosas para gastar pouco. E agora, eu compartilharei esses segredos com você, na primeira parte da série “Conheça a Argentina gastando pouco”! Semana que vem tem mais!

 

Passagem aérea

 

No meu caso, a passagem de ida e volta foi trocada por milhas, aqueles pontos que você vai acumulando no cartão de crédito e que muita gente troca por liquidificadores, revistas e outras utilidades. Foram três anos de espera para chegar em 28 mil milhas e, então, fazer a troca. Essa foi a segunda viagem internacional que eu fiz no "0800". Entre aspas, a taxa de embarque fica por nossa conta e a de Buenos Aires é considerada a mais cara do nosso continente, cerca de R$300 reais (ida e volta/valores junho de 2017). A troca foi feita pela operadora Smiles, da Gol.
 

Se você não tem cartão de crédito ou milhas acumuladas, não se preocupe. Planejando com antecedência você consegue passagem aérea para Buenos Aires (saindo do Rio) por até R$680, dependendo da temporada e tem agência de viagem em Juiz de Fora que faz o parcelamento por meio de boleto. Minha namorada, Roberta, comprou sua passagem por R$980... vale lembrar, que fomos para lá no feriadão de junho e a compra foi realizada em março. Se o voo for direto, saindo do Rio ou São Paulo, você levará de 2h50 a 3h10 para chegar à Buenos Aires.
 


Foto: Anderson Ferreira - Saída de São Paulo e chegada em Buenos Aires

 

Onde ficar

 

Buenos Aires é uma cidade antiga, com isso, os prédios da região central têm as mesmas características. Já ouvi relatos de amigos que se hospedaram em hotéis com quartos muito velhos, fique atento. Minha opção foi buscar algo no site decolar.com, no qual escolhi o Hostel Suítes Florida, localizado próximo aos principais pontos turísticos da cidade. Paguei uma média de R$25 por diária (pessoa), em quarto privativo e com banheiro exclusivo, tinha até banheira. As instalações são muito boas, o local é limpo, tem bom atendimento, oferece café da manhã, além de contar com amplo hall de jogos e descanso. Ou seja, ideal para fazer novas amizades.
 


Foto: Divulgação


Em seu subsolo funciona o Fusion, um descolado pub que reúne hóspedes de todo o mundo, além dos próprios argentinos, que frequentam regularmente o local. Durante três dias da semana, o hostel oferece janta a seus clientes e, você paga apenas o que vai beber. Em nossos dias foram, pizza, risoto e macarrão. O decolar parcela tanto a passagem, quanto o hotel, em até dez vezes no cartão.

Se você prefere outros estilos de hotel, vale dar uma pesquisada também no Trivago, a plataforma busca a hospedagem mais em conta e, te mostra a melhor opção.  Bom, agora que você já tem os “bizus” de como chegar e onde ficar gastando pouco, é hora de afivelar os cintos rumo à Buenos Aires!
 


Foto: Anderson Ferreira

 

Moeda/Câmbio


Pelo o que pesquisei antes da viagem, a melhor opção seria trocar o real pelo peso, já na Argentina. Realmente foi. No aeroporto, o pequeno do centro, tem um guichê do Banco de la Nación Argentina, atualmente é a melhor opção de troca. Para evitar o famoso câmbio blue (paralelo) entre turistas e cambistas, o governo argentino conseguiu tornar as taxas bem mais atrativas.
 


Imagem da Internet


A conversão foi de 4,20 pesos argentinos para cada real. Troquei pouco dinheiro, apenas para coisas corriqueiras. Alimentação e demais gastos foram feitos pelo cartão de crédito, que é aceito na maioria dos lugares. Mas, e o famoso IOF? A taxa de transações do cartão de crédito é de, em média, 6% do valor usado, mas você evita o constrangimento de pegar notas falsas, que é bem comum na cidade, além de se sentir mais seguro. Ah, só pra lembrar, toda vez que você usa o cartão, seja onde for, ganhará pontos, que podem ser tocados por milhas e, automaticamente por bilhetes aéreos. Vale ressaltar que a função internacional do seu cartão deverá estar ativa, na dúvida, procure seu banco. Em uma das principais ruas da cidade, a Florida, é normal que você seja abordado por muitos cambistas, oferecendo a troca de dinheiro, corre! Além da taxa ser mais alta, você ainda pode ser surpreendido com notas falsas. 

E aí? Curtiu as dicas? Na semana que vem eu vou falar sobre o transporte local e lugares para comer na Argentina gastando pouco e, em breve, você saberá como conhecer um novo país gastando aproximadamente R$250.

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