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Quem dança seus males espanta - Zine Cultural

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Quem dança seus males espanta

Por: Talita Scoralick

"Que seja perdido o único dia em que não se dançou." A célebre frase faz ainda mais sentido para eles, que tem a atividade presente em seus cotidianos. Independente do ritmo, a prática vai muito além do exercício físico, auxiliando no alívio do estresse, socialização e desenvolvimento; ultrapassando as barreiras dos movimentos e conectando-se diretamente aos sentimentos. Por isso, batemos um papo com bailarinos de Juiz de Fora que tem na arte o norte de suas vidas.
Para o bailarino e coreógrafo Joseph Santos, a dança é a primeira manifestação do emocional humano. "Antes da fala ou da escrita, a necessidade de extravasar um sentimento fez o homem dançar... Quando você dança, seu corpo parece flutuar num mar de emoções onde o que mais importa não é o ritmo, nem os passos que fazem a dança, e sim a paixão que vai na alma de quem está dançando."
Segundo Cintia Prado, professora de dança do ventre, a dança faz parte de sua vida há pelo menos 25 anos. "Nela, encontrei tudo! Minha forma de expressão, minha válvula de escape, meu refúgio e claro, o lugar onde acontecem muitos encontros maravilhosos! Falar da dança pra mim é algo fácil mas ao mesmo tempo complexo, tendo em vista como ela é ampla e significativa na minha vida! E creio que na vida de muitas alunas e pessoas que passam por pela minha sala de aula ela também provocou muitas descobertas e transformações!"
"Esta data celebrada no Brasil há pouco tempo, apesar de ter sido instituída no ano de 1982, reforça a importância de mais ações voltadas para o nosso público", lembra ainda a professora de balé e sapateado, Tayane Mockdece. "Os bailarinos, independente da modalidade, lutam por mais reconhecimento da atuação. Uma data como essa visa dar uma maior importância da prática da dança como uma atividade física ou para aqueles que amam dançar pelo simples prazer, atraindo mais adeptos e amantes dessa bela arte, presente na história do homem desde a antiguidade."
A bailarina Julia Francisquini também ressalta a necessidade de reconhecimento. "Falta mais incentivo para essa arte! Acho que a dança e os dançarinos/bailarinos ainda não tem seu adequado valor! Durante 20 anos me dediquei e sempre encontrei um tempo para o ballet, cresci dançando e cultivando um imenso amor pela dança. O ballet acalma minha alma e meu espírito, é um local onde me encontro e me sinto realizada. A dança na minha vida tem inúmeros significados e me trouxe uma alegria para viver, uma disposição para correr atrás dos meus sonhos, me trouxe disciplina para os estudos e para a vida, me trouxe responsabilidade de cumprir horários e atividades. Me sinto realizada quando entro em um palco!"
Segundo Glauce Ventura a dança é uma forma de expressão que une a leveza dos passos, da técnica e da emoção. "A dança para mim sempre foi um prazer e uma forma de  transmitir o amor por essa arte tão bela."
Para finalizar, Joseph Santos, declara: "essa é a forma mais bela de expressar tudo o que você está sentindo sem dizer uma só palavra. A dança é a linguagem do corpo escondida da alma. Dançar só faz bem. Fica a dica: quem dança é mais feliz!"
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