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Louco Pra Ficar Legal - Zine Cultural

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Louco Pra Ficar Legal

Por: Tainá Voltas

Com um sotaque que não nega as origens sulistas e talento pra dar e vender, Humberto Gessinger conquistou os fãs ao longo do tempo com todos os projetos que comandou. Engenheiros do Hawaii e Pouca Vogal ficaram marcados na história do cantor, escritor e multi-instrumentista. Em sua carreira solo, a primeira turnê, "inSULar", foi sucesso de público e passou, inclusive, por Juiz de Fora.


De volta à cidade com a nova tour, a "Louco Pra Ficar Legal", Humberto traz a formação já conhecida: Rafa Bisogno (bateria e percussão) e Nando Peter (guitarra e violão). Em uma conversa sobre sua carreira, o cantor revelou detalhes sobre o novo projeto e os planos para o futuro!


Como começou sua história com o mundo da música e com os diversos instrumentos?
Instrumentos têm características objetivas (som, tocabilidade), mas tão importantes quanto elas são suas características subjetivas, a sensação que o design nos dá, a forma e o momento em que ele chegou na nossa vida... É uma questão tão particular.

 

O seu novo projeto "Louco Pra ficar Legal" é um desmembramento do Insular e demais projetos feitos em sua carreira. De onde surgiu a ideia de lançá-lo agora?
Louco Pra Ficar Legal é um aprofundamento da tour INSULAR, que marcou meu retorno ao baixo e ao power-trio depois de dez anos mergulhando em projetos acústicos (Acústico MTV, Novos Horizontes e Pouca Vogal). As novidades, agora, estão no repertório, em alguns arranjos e no cenário. Na tour INSULAR, era central pra mim mostrar as canções do disco recém lançado. Agora estou mais livre para passear por todas as fases da minha carreira e, inclusive, mostrar algo do trabalho que lançarei em 2017.

 

Em 2016, o álbum "Longe Demais das Capitais" completa 30 anos. Haverá algum tipo de comemoração especial para o momento?
Tenho tocado algumas canções do Longe Demais das Capitais nesse ano em que comemora-se 30 anos de sua gravação. Toda Forma de Poder, Beijos Pra Torcida, Longe Demais das Capitais, Todo Mundo é Uma Ilha, Segurança, Sopa de Letrinhas e Crônicas já rolaram na tour.


Os novos shows, como abordam canções novas e de outros tempos de sua carreira, possibilitam recordar grandes momentos. Existe algum momento da apresentação que te faz lembrar algum acontecimento em especial? O que dá saudade?
Não sou saudosista. Sempre acreditei que minha trajetória tinha mais a ver com uma maratona do que com uma corrida de 100m. Um número maior de pessoas começa a entender qual é a minha onda... Isso é muito bom!

 

O que o público pode esperar do show em Juiz de Fora, no Capitólio?
Quem assistiu aos meus shows mais recentes vai notar novidades no repertório e nos arranjos, além de um novo cenário. Sigo tocando no formato trio, como fiz na maior parte da minha carreira. Além de guitarra, baixo e bateria, rola um momento acústico com violão, acordeon e percussão. Toco músicas de todas as fases da minha carreira, os clássicos que não podem faltar e coisas mais recentes. Misturando "roquenrrou" com nossa música regional, que é tão rica.

 

Quais são os planos para o próximo semestre?
Seguir em turnê com Louco Pra Ficar Legal, além de preparar um disco de inéditas. Acabo de lançar um compacto em vinil (o primeiro da minha carreira) com Pra Ficar Legal e Faz Parte. As duas canções estão em momentos chaves do show.

O show rola logo mais, no Capitólio! Se você ainda não garantiu seu ingresso, corre que dá tempo! Saiba todos os detalhes em nossa agenda ;)

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