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O novo velho Rock n' Roll - Zine Cultural

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O novo velho Rock n' Roll

Por: Vinícius Barreto

Celeiro do rock nacional, o Distrito Federal já nos deu Legião Urbana, Capital Inicial, Plebe Rude, Raimundos e muitos outros nomes que contribuíram de forma ímpar para o cenário musical brazuca. E a nova geração está muito bem representada com a banda Scalene, que se destacou nacionalmente após a brilhante aparição no reality global SuperStar. 

Formada por Gustavo Bertoni (guitarra e vocal), Tomás Bertoni (guitarra), Lucas Furtado (baixo) e Philipe ‘Makako’ (bateria e vocal), a banda é a nova queridinha da galera e mostra que o rock continua em alta. Trocamos uma ideia com Scalene que se apresenta nesta sexta, 07, no German.

O que vocês escutam no cenário nacional? E lá fora?
De música nacional ouvimos muito Supercombo, Far From Alaska, R.Sigma e Hover. De bandas internacionais curtimos muito Thrice, O'Brother, Queens of the Stone Age, Radiohead e Alexisonfire.

Vocês ganharam o coração e ouvido do padrinho Paulo Ricardo. Podemos esperar alguma parceria vindo por aí? E com os participantes do programa?
Por enquanto não temos nada planejado nem com o Paulo Ricardo e nem com os participantes. No futuro pode rolar alguma coisa com a Versalle, banda que conhecemos durante o programa e ficamos bem amigos.

Durante o programa, vocês optaram por se apresentar com músicas autorais em todas as fases. Vocês acham que essa escolha influenciou no sucesso da banda durante e depois do programa?
Não cogitamos em momento algum tocar músicas que não fossem nossas. Nosso intuito sempre foi a música autoral e acreditamos que isso chamou muito a atenção para banda durante o programa. Temos um disco duplo lançado em 2013 e um recém lançado agora em 2015, então temos muito pra mostrar pro público.

Vocês se apresentaram em Juiz de Fora no final do ano passado, antes do SuperStar.  O que mudou de lá pra cá?
Atraímos bastante a atenção do grande público que dificilmente teria acesso ao nosso som de outra forma. Isso aumentou o tamanho dos shows e a repercussão da banda de uma forma geral. Está sendo um momento excelente!

Quais as diferenças do álbum Real/Surreal para o álbum Éter?
O ÉTER é um disco mais coeso e maduro. No Real/Surreal estávamos buscando um som e uma identidade. Já sabíamos mais ou menos o caminho que queríamos seguir mas experimentamos várias vertentes do rock naquele disco. Pro ÉTER focamos mais em uma direção e definimos nossa identidade como banda.

Como está a repercussão do CD Éter, recém-lançado?
Está sendo ótima. Tanto a crítica como o público receberam muito bem o disco e os shows tem sido incríveis. É muito empolgante tocar músicas novas e ver a galera embarcando com a gente nessa nova fase.

O que os fãs podem esperar do show aqui em Juiz de Fora?
 Muita energia e diversão. Adoramos MG e curtimos muito tocar em Juiz de Fora ano passado. Esse ano temos certeza que será ainda mais legal e emocionante! Nos vemos lá!
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