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Incrível Tulipa - Zine Cultural

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Incrível Tulipa

Por: Vinícius Barreto

Chegou, moçada. Pela primeira vez em JF, Tulipa Ruiz se apresenta no palco do Cultural com músicas dos cd's Efêmera e Tudo Tanto.  Além de excelente música, Tulipa também é formada em jornalismo e adora fazer ilustrações, desenhando, inclusive, a capa de seu primeiro CD. Confira alguns deles nesse no seu Tumblr

O Zine Cultural não perdeu tempo e foi bater um papo com a multifacetada Tulipa Ruiz

Quais suas principais referências musicais, nacionais e internacionais?

Sempre ouvi muita música, meus pais gostam de música, então cresci com a vitrola ligada. Ouvi muito Clube da Esquina, Vanguarda Paulista. Tropicália, Wings, Joni Mitchell, Baby Consuelo, Zezé Mota, Yoko Ono. Hoje em dia varia muito. Gosto de ouvir discos novos, procurar novos sons. Ou redescobrir sons antigos. Esta semana, por exemplo, ouvi muito tUnE-yArDs, Cidadão Instigado, Curumin, João Donato e Negro Leo.

O que mais gosta de fazer: jornalismo, ilustrações ou cantar? Você consegue conciliar as três ou teve que abrir mão de alguma?

Do jornalismo, porque quando trabalhava em agência não tinha tempo para música e desenho. Mas a experiência ajuda na hora da criação. O desenho e a música são estados parecidos porque uma coisa estimula a outra. Quando canto, penso em desenhos, em partituras corporais, em gestos específicos. E quando desenho também penso em música.

Imersão profunda no carnaval - flexão e reflexão

Qual delas surgiu primeiro na sua vida?

Foi meio junto. Ouvindo os discos dos meus pais descobri as capas desses discos. Então ficava com vontade de fazer som e de pensar em uma imagem pra ele.

Qual a importância das redes sociais para sua carreira?

A divulgação do meu trabalho começou no ambiente virtual e por conta dessa divulgação consegui fazer um disco físico. Gosto de ter uma vida virtual ativa, estar presente nas redes, postar conteúdos, divulgar a minha música, conhecer pessoas e novos sons.

Qual a principal diferença entre os CDs Efêmera e Tudo Tanto?

Para mim o Efêmera é um disco de fotografias e em Tudo Tanto as fotografias viraram radiografias. Ele é mais subjetivo, mais denso. Um disco de camadas. A sonoridade que desenvolvemos durante a turnê de Efêmera desembocou nesse disco novo. Nos fortalecemos como banda, experimentamos coisas novas, timbramos mais. Tudo Tanto é resultado dessa convivência em grupo.  

Quais são os próximos planos?

Esse ano a turnê de Tudo Tanto continua. Estou fazendo alguns remixes de algumas músicas, mas ainda é super surpresa. Vou fazer videoclipes novos, estamos trabalhando no de Megalomania, que será um clipe colaborativo, feito em parceria com as pessoas que gostaram da música. Temos shows marcados fora do Brasil e até o final do ano gravamos o DVD da turnê.

O que os juiz-foranos podem esperar para o show?

É nossa primeira vez em Juiz de Fora, então vou misturar os dois discos, que nunca foram tocados aí. E vai ter Megalomania, música fresca, que pintou agora no carnaval. Eu e a banda estamos no pique para esse show. Sempre é especial para mim tocar em Minas. No caso de Juiz de Fora, ainda mais. São Lourenço não tinha muita opção de cursos universitários na minha época, então a moçada ia estudar em Juiz de Fora. Tenho muitos amigos que moram aí, vai ser uma delícia reencontrá-los!
 
O show acontece nessa sexta (21), no Cultural Bar & Roll. E você, vai ficar de fora dessa? 
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