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Um passeio por Inhotim - Zine Cultural

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Um passeio por Inhotim

Por: Talita Scoralick

Muita gente nunca nem ouviu falar, mas o maior centro de arte contemporânea a céu aberto do mundo é bem aqui, em Minas Gerais. Mais especificamente, em Brumadinho, pequena cidade próxima a Belo Horizonte. Eu aproveitei o feriado em Juiz de Fora para visitar pela segunda vez esse lugar, que ocupa 300 hectares e possui aproximadamente 500 obras espalhadas por seus jardins e galerias.

O local era uma fazenda de uma antiga empresa mineradora da região, cordenada por um inglês chamado Timothy - o "Senhor Tim", que acabou virando "Nhô Tim". O museu foi aberto em 2006, para receber obras do acervo do empresário Bernardo Paz - casado com a artista plástica Adriana Varejão, sendo toda a verba recolhida para investimentos no próprio espaço, que está sempre em construção. O jornal The New York Times, em referência ao Inhotim, afirmou que "poucas instituições se dão ao luxo de devotar milhares de acres de jardins e montes e campos a nada além da arte, e instalar a arte ali para sempre".
A entrada custa R$30,00 (meia R$15,00) e você pode passar o dia todo contemplando as obras de artistas brasileiros e extrangeiros como Cildo Meireles, Tunga, Vik Muniz, Hélio Oiticica e Yayoi Kusama, além de respirar ar puro apreciando as belezas dos jardins em um dos quase 100 bancos de madeira, que mais parecem esculturas do designer Hugo França.

O mais legal é que, mais do que contemplar, o lugar te convida a interagir com as obras, tocar, ouvir, sentir, plantar sua própria muda em um dos jardins e fazer parte da criação dos artistas. Não precisa ser entendido para se encantar com a proposta do local. Qualquer um, de crianças a idosos, se surpreende e sai de lá querendo voltar (já que uma visita é pouco para se conhecer tudo que tem por lá). Então, #ficadica pra quem tá procurando um destino legal para o próximo feriado!

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