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Blog Zine

08
Mar
2018

Lute como uma garota: a liderança e representatividade feminina de JF!

Por: Tainá Voltas, Rívia Petermann e Tatiana Graciano

// Categoria: Da Redação

// Atualizado em: 09/03/2018 09:04:07

Desde sempre as mulheres buscam reconhecimento sobre os papeis que desempenham na sociedade, sejam eles quais forem. Mesmo assim, ainda hoje, as barreiras para terem seu lugar de fala, sua integridade, inteligência, força de trabalho, entre tantas outras coisas, respeitadas, são enormes, diárias e constantes.

 

 

Como diz a música "Tempos Efêmeros" de uma artista juiz-forana "o mundo enche a gente de nome, a gente enche o mundo de luta"... luta por aquilo que é delas/nosso por direito: respeito. Nesse dia 08 de março, o #BlogZine Especial vem falar sobre a liderança feminina e empoderada de JF, com alguns exemplos super bacanas que estão espalhados por aqui! Uma homenagem a quem faz acontecer em diversas áreas, todos os dias e há muito tempo. Confira abaixo 9 iniciativas encabeçadas por mulheres da cidade. 

 

1) Consultoria Para Mulheres

 

A Consultoria para Mulheres nasceu no Dia do Empreendedorismo Feminino, em 19 de dezembro de 2016. idealizado e liderado por Priscila Pinheiro e Flávia Cadinelli, a empresa oferece consultoria e gestão de planejamento de marketing e negócios, baseado em ideais feministas, na sororidade e compartilhamento entre as mulheres, uma em prol da outra. Vários eventos protagonizadores do empreendedorismo feminino na cidade resultaram do projeto, como o Painel Mulheres de Negócios, o Encontro das Empreendedoras, o Multimulher, entre outros. Alguns valores que a Consultoria para Mulheres possui como norte são o respeito, a liberdade, o entusiamo, a empatia e a honestidade! 


💻 Facebook: http://bit.ly/Consultoriaparamulheres

📱 Instagram: https://www.instagram.com/consultoriaparamulheres/

 

 


 

ZINE: Como é ser uma líder e quais os desafios de ser uma representante mulher de uma iniciativa transformadora? 

"O nosso maior desafio na Consultoria é praticar e espalhar a sororidade. Essa palavrinha diferente resume bem o que fazemos e acreditamos. É a ideia de união e aliança entre as mulheres, uma dando suporte para a outra ao invés de julgar umas às outras, alimentando a falsa ideia de uma rivalidade feminina. Temos muito orgulho por que o nosso trabalho, tanto nas consultorias como no Encontro das Empreendedoras, mostra na prática como isso funciona. Juntas somos invencíveis, nos negócios e na vida!" Priscila Pinheiro e Flávia Cadinelli | Idealizadores e líderes do Consultoria Para Mulheres

 

A Consultoria Para Mulheres promove uma série de eventos em JF em nome da sororidade e união feminina, além da consultoria e gestão de planejamento de marketing e negócios

 

2) Encrespa Geral


O Encrespa Geral é um projeto que visa a promoção humana, desenvolvimento social e cultural, voltado à diversidade racial e cultural brasileira. O movimento foi criado em São Paulo, por Eliane Serafim, e trazido para Juiz de Fora por Jéssica Martins. O movimento luta a favor da diversidade plural que constitui a nossa sociedade. E, pensando nisso, criou o evento homônimo, em prol da valorização e inspiração ao uso do cabelo sem química, ou seja, cabelos cacheados e crespos. O movimento também conta com uma feira empreendedora, debates, apresentações artísticas e culturais, entre outros tipos de expressão!

 

 

ZINE: Como é ser uma líder e quais os desafios de ser uma representante mulher de uma iniciativa transformadora? 


"Temos que superar e construir uma imagens de nós mesmas e, assim, subverter os esteriótipos e os imaginários do que é ser uma mulher negra e ter um corpo negro. Eu não me sinto uma líder e nem representante das mulheres negras. Eu sou resultado das lutas de várias negras, porque estas  mulheres são diversas, com diferentes demandas e opressões que incidem sobre elas. Eu faço parte de um grupo que, em relação a outras mulheres negras, pode ser um grupo com privilégios - então este título de representante não existe." Denise Nascimento | Organizadora do Encrespa Geral JF

 

O Encrespa Geral luta em prol da pluralidade e diversidade que constitui a sociedade brasileira

 

3) Las Manas Gang

 

O Las Manas Gang é um coletivo juiz-forano de mulheres que têm o Hip Hop como filosofia de vida, em busca de direitos iguais - seja no Rap, no Graffiti, na dança ou como DJ - além de promover a união entre elas. Semanalmente, as integrantes promovem a Roda das Manas, que ocorre aos domingos, em frente ao Cine-Theatro Central, em um momento de difusão da cultura Hip Hop com batalhas de freestyle, poesia, dança, pocket das manas (e manos) e discotecagem. O coletivo também se reúne um rodas de conversa abertas, que costumam rolar na CasAbsurda - para acompanhar as datas e participar, é só acompanhar a página oficial no Facebook, na qual são divulgadas todas essas informações. O coletivo hoje conta com cerca de 30 mulheres que fazem em corre em nome do empoderamento, do diálogo, luta e sororidade!


💻 Facebook: http://bit.ly/LasManasGangJF

📱 Instagram: https://www.instagram.com/lasmanasgang/

 


 

ZINE: Como é ser uma representante e quais os desafios de ser uma representante mulher de uma iniciativa transformadora? 

"O desafio hoje em dia é o amor próprio, pois nem todas as mulheres têm um pensamento feminista ou é feminista. É um desafio para quem já tem isso passar a mensagem para uma outra mana e que ela entenda tudo. O Las manas é um exemplo de que quanto mais unidas as mulheres são, mais conquistamos nosso espaço na sociedade. Me sinto representante de algo sempre. É muito bom você ver uma mina que antes sentia vergonha do próprio corpo, das roupas do dia a dia que usa, só por vergonha de alguém na rua fala algo ou não gostar - é muito bom vê-las se descobrindo, se amando de verdade, não ligando para o que as pessoas vão falar, me perguntando a respeito!" Hannah Kooller | Rapper, dançarina e integrante do coletivo Las Manas Gang


 
O coletivo Las Manas Gang de Juiz de Fora conta com aproximadamente 30 integrantes, que têm o Hip Hop como filosofia de vida, em busca de direitos iguais - seja no Rap, no Graffiti, na dança ou como DJ!

 

4) Instituto Aviva

 

O Instituto Aviva de JF é uma organização sem fins lucrativos, que, desde 2011,  promove a inclusão social de crianças com deficiência, de 5 a 14 anos , por meio de ações que resultam em um trabalho de cunho intelectual, físico e sensorial, que busca gerar participação e desenvolvimento de condições de igualdade, além da autonomia pessoal. Liderado e idealizado por Ana Paula Carvalho, a instituição conta com 350 voluntários e, atualmente, investe em ações que vão além da promoção de atividades adaptadas, como o apoio ao lançamento do livro "Ser diferente é legal", com Enzo Negreiros, participante do projeto, como personagem principal. As atividades ocorrem todos os sábados, de 15h às 17h, no Colégio Jesuítas. Para se voluntariar, basta entrar em contato pela página do Instituto AVIVA ou entrar em contato nos encontros semanais.

 

💻 Facebook: http://bit.ly/AvivaJF

📱 Instagram: https://www.instagram.com/institutoaviva/

 


O instituto AVIVA de Juiz de Fora conta com 350 voluntários, com inúmeras atividades para crianças co deficiência de 5 a 14 anos

 


 

ZINE: Como é ser uma líder e quais os desafios de ser uma representante mulher de uma iniciativa transformadora? 

"Hoje o Aviva tem vários desafios, principalmente por que decidimos mudar um pouco a nossa atuação. O mais importante para nós é ser uma instituição que luta pela causa, que tem uma militância, que seja um espaço de discussão sobre a questão da deficiência. Hoje, 8 de março, ao discutir sobre isso, nós notamos muito a questão das mães. São poucos os pais participantes. Há essa questão da cuidadora, mas, ao mesmo tempo, de líder. Conseguimos associar essas duas coisas, uma mulher que está a frente - não só uma, somos várias - nesses dois sentidos: um pouco como cuidadora, com essa preocupação pelo outro, algo maternal, por serem crianças. Mas ao mesmo tempo pela força, pela luta, pela capacidade de mobilizar as pessoas, de liderar, de promover ações verdadeiras e não só ficar na teoria ou restrito ao ambiente familiar. " Ana Paula Carvalho | Líder e idealizadora do AVIVA JF

 

Ana Paula Carvalho, líder e idealizadora do AVIVA em JF falou sobre a instituição no projeto Ted Talks, série de conferências realizada no mundo inteiro pela fundação americana Sapling:

 

 

5) Essência

 

O Essência é uma iniciativa voltada para o desenvolvimento e evolução do auto-conhecimento. Por meio de palestras, cursos e eventos sobre meditação, astrologia, bem-estar, alimentação e coach, o projeto volta-se para a potencialização de resultados a partir de um melhor conhecimento sobre os pontos fortes e fracos de cada participante. É um momento para conexão interior e para entendimento do que está se passando em diversas instâncias da mente. O Essência é liderado por Julia Horta e Rafaela Salgado, com participação de profissionais especializados em cada uma das áreas citadas anteriormente e está em JF há cerca de 01 ano e meio com diversas programações para todas as idades.  


💻 Facebook: http://bit.ly/essenciajf

📱 Instagram: https://www.instagram.com/essenciajf/

 

 

 



ZINE: Como é ser uma líder e quais os desafios de ser uma representante mulher de uma iniciativa transformadora? 

"Como estamos empreendendo e criando algo novo, temos um reconhecimento bem legal. Nunca tivemos algum tipo de preconceito por conta disso. Porém, achamos incrível que hoje em dia nós tenhamos uma maior possibilidade de criamos alguma coisa e de sermos aceitas, não só pelas próprias mulheres, mas também pelos homens, que apesar de em menor número, também nos procuram por nossos serviços. Em um cenário anterior, não tinham tantas mulheres empreendendo, então isso é muito bacana. Hoje nós nos sentimos, principalmente, por meio do que aprendemos com o Essência, como mulheres empoderadas e ficamos felizes em saber que algumas pessoas nos colocam como exemplo." Julia Horta e Rafaela Salgado | Líderes do Essência
 

 


Julia Horta e Rafaela Salgado lideram o Essência em Juiz de Fora

 

6) Guerreiras de Clara 

 

O coletivo Guerreiras de Clara nasceu em Juiz de Fora como forma de homenagear um dos grandes expoentes da música brasileira, a intérprete Clara Nunes. Bem rapidamente, o projeto, formado exclusivamente por mulheres, ganhou destaque no ramo musical e por se transformar em um exemplo de fomento e exaltação da cultura do país, da força da mulher e da arte. Os arranjos musicais, mais nos estilos do Ijexá, samba, música popular brasileira e do baião, sempre foram bem originais, assim como as apresentações do grupo. Hoje em dia, o Guerreiras tem força criativa na execução e pesquisa do legado musical do Brasil. 


💻 Facebook: https://www.facebook.com/guerreirasdeclara/

📱 Instagram: https://www.instagram.com/guerreirasdeclara/

 

 



ZINE: Como é ser uma líder e quais os desafios de ser uma representante mulher de uma iniciativa transformadora? 

"O principal desafio que podemos destacar, além de todos que são comuns às mulheres numa sociedade ainda profundamente marcada pela dominação masculina, diz respeito ao questionamento do nosso valor musical. O machismo está arraigado na sociedade, muitas vezes de forma inconsciente, e, na música, é ainda muito presente! Tanto no sentido da desigualdade da participação feminina, da sua presença, quanto no valor atribuído ao seu fazer musical. Isso é ainda mais notável no caso dos instrumentos de percussão, tradicionalmente atribuídos a homens. Um grupo composto exclusivamente de mulheres, homenageando uma mulher, "Guerreira", que foi Clara Nunes, é uma forma de valorizar a mulher na música e na arte. Não apenas como algo "bonito", ligado à estética feminina, mas com qualidade musical.  Estamos felizes por, dedicando-nos a este projeto, fazendo o nosso papel, contribuir na transformação da nossa sociedade e inspirar outras mulheres a assumirem seu poder pessoal (na música ou em qualquer outro lugar)". Tissiana Camargo | Comunicação do Guerreiras de Clara.

 


O Coletivo Guerreiras de Clara faz diversas apresentações durante o ano e leva o acesso a cultura para toda a comunidade

 

7) Leia Mulheres

 

Você já deve ter ouvido falar na ideia do #readwomen2014 da escritora Joanna Walsh, né? A proposta dela foi ler somente livros escritos por mulheres em 2014. Nisso, o "Leia Mulheres" chegou com a mesma ideia no Brasil um ano depois, em São Paulo, na forma de um clube de leitura, com o objetivo de dar mais visibilidade para as escritoras mulheres, tendo em vista que o mercado editorial ainda é muito restrito nesse sentido. Agora já são mais de 75 clubes espalhados por todo o Brasil. A proposta é, todo mês, discutir um livro escrito por uma mulher. Os livros são escolhidos junto com as/os participantes do grupo em diversos gêneros literários, experiências e visões de mundo. Os encontros acontecem sempre no primeiro sábado do mês, às 14h, na Biblioteca Redentorista.

 

💻 Facebook: http://bit.ly/leiamulheresjf

📱 Instagram: https://www.instagram.com/leiamulheresjuizdefora/

 


Carolina de Jesus, Cora Coralina e Cecília Meireles são alguns exemplos de grandes escritoras! 

 


 

ZINE: Como é ser uma líder e quais os desafios de ser uma representante mulher de uma iniciativa transformadora? 


"Estar à frente de um projeto como esse é uma responsabilidade muito grande. O maior desafio para mim é não desanimar. Porque apesar dos grandes avanços, tanto dentro do mercado editorial, quanto nas pautas sociais do feminismo como um todo, a sensação é de que é um passo para frente, dois para trás. Apesar de termos muito mais direitos e espaço na sociedade, no cotidiano não mudou muita coisa. E isso fica nítido nas nossas discussões do clube, as vezes lemos livros escritos na década de 1960 e sempre surgem questões como "Será que isso realmente mudou?", "Minha mãe passa por isso até hoje". Mas o que me mantem, é a esperança de que um dia atingiremos um mínimo de equidade da lei, não seremos mais abusadas e nossa voz vai finalmente ser ouvida" Letícia Zampiêr | Líder do Leia Mulheres

 


Os encontros do "Leia Mulheres" acontecem sempre no primeiro sábado do mês, às 14h, na Biblioteca Redentorista.

 

8) Google para empreendedoras mulheres - Womemwill JF


Womenwill é uma iniciativa do Google com o objetivo de estimular o empoderamento da mulher no mundo empreendedor, por meio de quatro iniciativas: melhoria do ambiente de trabalho, liderança, conhecimento e tecnologia. O Google percebeu que muitas mulheres não participavam das reuniões do GBG (Google Business Group - Startups empreendedores), porque ainda é um universo predominantemente masculino. Assim nasceu a Womenwill para mulheres. Em Juiz de Fora, a líder do projeto é a Cláudia Figueiredo, que realizou a primeiro evento do grupo. A primeira edição foi realizada no dia 26 de fevereiro de 2018, com 50 vagas. O grupo está aberto as mulheres que queiram aprimorar seus conhecimentos e dividir as experiências. 


💻 Facebook: http://bit.ly/WomenwillJF

 


Cláudia Figueiredo líder do projeto em Juiz de Fora.

 

ZINE: Como é ser uma líder e quais os desafios de ser uma representante mulher de uma iniciativa transformadora? 

"Todas as mulheres em qualquer etapa da vida precisam ultrapassar algum desafio. Na comunidade Womenwill existia a vaga e eu me candidatei ao cargo. Eu queria estar neste lugar e contribuir na construção de uma sociedade local mais igualitária entre os gêneros, pois sempre lutei por isso na minha vida. Então corri atrás. Conversei com o Renan Caixeiro, líder do GBG JF, que me apresentou a um dos líderes do Google, Marcus Fonn, que mora em Singapura e, depois de algumas videoconferências e muitas trocas de emails, tornei-me líder Womenwill em JF." Cláudia Figueiredo | Líder do Womenwill JF

 


Primeira edição da Womenwill JF. O grupo é aberto a todas as mulheres que queiram aprender  ferramentas tecnológicas e trocar experiências

 

9) Papo de Preta


O Papo de Preta é canal do Youtube apresentado por duas mulheres negras - Natália Romualdo e Maristela Rosa -  no qual expressam seus sentimentos, humanidade e ratificam  suas vozes em uma sociedade ainda racista. A inciativa surgiu em 2015, quando Maristela, recém-formada em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), percebeu que não era representada nas TVs, revistas, jornais e até mesmo nas ruas. Em uma conversa com a Natália, as duas tiveram a mesmo sensação e decidiram levar este diálogo para a internet. Os assuntos tratados pelas irmãs são de diversos estilos, de séries, livros e filmes a temas sociais de relevância na comunidade contemporânea.


💻 Facebook: http://bit.ly/papodepreta

 

 

ZINE: Como é ser uma líder e quais os desafios de ser uma representante mulher de uma iniciativa transformadora? 

"A princípio, nós não tínhamos muita noção de como gravar, o que gravar, éramos e ainda somos só nós duas para fazer tudo. Então, enfrentamos dificuldades técnicas, sem iluminação adequada e dificuldades com a câmera. Uma vez achamos que estava gravando, depois de meia hora percebemos que não. Muitas dificuldades técnicas nós ultrapassamos. Além disso, recebemos muitos discursos de ódio, sendo que eu estava falando da minha vivência, algo do meu coração, coisas que eu quero dividir. Foi bem difícil no começo. Mas hoje eu vejo grandes vantagens - os vídeos me ajudaram a entender a mulher negra que sou e a mulher que ainda quero ser. Eu tenho orgulho do que me tornei e entendo que não tem nada de errado comigo!" Maristela Rosa | Criadora do Canal Papo de Preta

 


Natália Romualdo e Maristela Rosa produzem e protagonizam o Papo de Preta, com temas culturais e sociais 

 


 

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