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Séries que se preocupam com representatividade LGBTQIA+ - Zine Cultural

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9 séries que se preocupam com a representatividade LGBTQIA+!

Por: Tainá Voltas

A cada dia, a representatividade - das diferenças e minorias - se faz não só importante, como necessária nas produções audiovisuais.
 

O público está mais exigente e quer encontrar nas suas séries favoritas narrativas que se conectem às suas experiências genuínamente, com visões não estereotipadas e, claro, da maneira mais diversa possível.
 

Afinal, é assim que nos relacionamos com o mundo que nos cerca, com jeitos diferentes, em inifitas possibilidades. 
 

Se antes somente algumas produções se preocupavam com isso, após a popularização das plataformas de streaming, da TV a cabo, da digitalização da comunicação e da multiplicação das formas de se consumir conteúdos audiovisuais, a pauta ganhou mais visibilidade- mesmo que ainda seja permeada por muitos tabus.
 

Abaixo você fica por dentro de algumas séries que prezam pela representatividade LGBTQIA+ e, assim, pode escolher qual maratonar primeiro! Divirta-se!

 


 

 

•Queer as Folk (2000-2005)
 

A Queer as Folk foi lançada pela TV Americana Showtime e marcou uma das primeiras produções que abordou o universo de personagens homossexuais com profundidade.
 

Tinha enter 44 a 58 minutos, em episódios que acompanhavam a vida de 5 personagens principais, Brian (Gale Harold), Michael (Hal Sparks), Justin (Raddy Harrison), Emmet (Peter Paige) e Ted (Scott Lowell), além dos coadjuvantes, Lindsay (Thea Gill), Melaine (Michelle Clunie), Bem (Robert Gant) e Debbie (Sharon Gless). 
 

No Brasil ganhou o título de "Os Assumidos".


•Distribuidora: Warner

 


 

 

•The L Word (2004-2009)
 

Também lançada inicialmente pela Showtime, "The L Word" fala sobre a vida em toda a sua completude de um grupo de lésbicas que moram em Los Angeles.
 

A personagem principal Jenny se muda para a cidade estadunidense para morar com seu então namorado. Por lá, conhece um casal de vizinhas que a faz descobrir uma nova realidade e refletir sobre as questões da sexualidade.
 

Em 2019, após dez anos de hiato da "The L Word", foi lançada uma continuação para série, a "The L Word: Generation Q".
 

Três personagens da antiga produção permanecem na nova estória: Bette Porter (Jennifer Beals), Alice Pieszecki (Leisha Hailey) e Shane McCutcheon (Katherine Moennig) continuam vivendo em Los Angeles, onde aind


•Onde assistir: Globo Play

 


 

 

•Orange is the New Black (2013-2019)
 

Representante de mais uma série Netflix, a Orange is The New Black foi um verdadeiro sucesso. Conta a história de Piper (Taylor Schilling), uma mulher sentenciada a 15 meses de prisão após ter cometido crimes para sua ex-namorada, a traficante Alex (Laura Prepon).
 

Além de circundar esse relacionamento e de demais priosioneiras, a dra-média (drama + comédia) tem a proposta de tocar em pontos importantes e sensíveis para mulheres detentas, como machismo, abuso e abandono. 
 

Ao longo das temporadas, os episódios trabalham o ambiente prisional feminino nas narrativas detalhadas das detentas.


•Canal oficial: Netflix

 


 

 

•Transparent (2014)
 

A concorrente da Netflix, Amazon, lançou a Transparente que em linhas gerais trabalha com uma narrativa bem interessante na qual uma família "descobre", ou melhor, é informada de que a pessoa que tinham como pai, agora é uma mulher transgênero.  


•Onde assistir: Amazon
 

 


 

 

•How To Get Away With Murder (2014-2020)
 

Em How to Get Away With Muder, da Netflix, a representatividade LGBTQIA+ se dá por meio do personagem Connor (Jack Falahee), um dos jovens advogados protagonistas do enredo.
 

Ele faz parte da equipe criminalista liderada por Annalise Keating (Viola Davis) e tem sua história pessoal retratada como a dos demais personagens, sem que a orientação sexual seja o único vies a ser mencionado ou seja definidor do desenvolvimento do personagem.
 

Temas relevantes ao mundo LGBTQIA+ ganham vida com Connor, como o sexo descartável, HIV e casamento aberto.


•Onde assistir: Netflix
 

 


 

 

•Sense 8 (2015-2018)
 

Com um enredo super original, a Sense 8 conta a história de 8 personagens totalmente diferentes, seja em costumes, lugar onde moram ou estilos de vida, que estão ligados mentalmente e precisam encontrar uma forma de se manterem a salvo, visto que são perseguidos por pessoas pessoas e instiuições que os consideram aberrações para a ordem mundial. 
 

Além de contar com uma trilha sonora e fotografia incríveis, a série tem entre suas tramas principais a de Naomi Marks (Jamie Clayton), uma blogueira política, "hacktivista", mulher transsexual e lésbica., que se relaciona com Amanita Caplan (Freema Agyeman).


•Canal oficial: Netflix

 


 


•Pose (2018-2020)
 

Com inúmeras indicações a prêmios importantes, como Globo de Ouro de Melhor Série Dramática, Globo de Ouro de Melhor Ator em Série Dramática para Billy Porter, Pose é uma série dramática que retrata o cenário LGBTI+ afro e latin-americano da cidade de Nova Iorque, nos anos 80 e início dos anos 90. 
 

Mulheres trans expulsas de casa criam casas de apoio para outras pessoas igualmente em condições de vulnerabilidade. São as chamadas ballroom.
 

Historicamente, essa foi uma cena que se espalhou pelo mundo e se transformou em um movimento político, de ocupação de espaços e comemoração da diversidade de gênero, sexualiade e raça.
 

Os pontos fortes da série estão no retrato categórico dos sentimentos dessa comunidade, como a dor, preconceito (inclusive dentro do movimento), falta de oportunidades e dificuldades da autoaceitação.

 

•Onde assistir: FX Networks
 


 

 

•Sex Education (2019-2020) 
 

Sex Education é mais uma série com representativade LGBTQIA+ produzida pela Netflix. Como o nome vislumbra, sua proposta é contar a história e descobertas de jovens e adolescentes no que tange a sexualidade e suas vidas sexuais. Aborda diversos assuntos relevantes a esse universo de forma leve, divertida e não menos necessária por isso. 
 

Um ponto interessante e que mostra a pluralidade da trama é que o protagonista, branco e heterossexual, tem um melhor amigo, negro e gay, e nenhum desses dois assuntos sequer ser motivo de conversa entre eles. Mas, como a sociedade não entende com a mesma tranquilidade, os conflitos ocorrem.


•Onde assistir: Netflix

 


 

 

•Euphoria (2019-2020)
 

Com a indicada ao Emmy 2020 na categoria categoria Melhor Atriz de Drama, Zendaya, Euphoria aborda a vida adolescente e seus dramas/minúcias representados por diferentes personagens.
 

Drogas, sexo, repressão familiar, pressão profissional e muitos outros temas aparecem nos episódios da série que, além da indicação na categoria mencionada acima, recebeu outras 5 no Emmy deste ano.
 

Euphoria acompanha a vida de Rue (Zendaya), uma adolescente de 17 anos dependente química que acaba de sair da reabilitação e que se apaixona pela amiga Jules Vaughn (Hunter Schafer), uma mulher trans.


•Onde assistir: HBO

 

 



Com as séries acima, a proposta é que o entretenimento seja uma das possibilidades de se discutir, representar, celebrar e conscientizar todos, todas e todes acerca do universo LGBTQIA+.
 

É importante que estejamos sempre atentos às produções que se preocupam em abordar tais narrativas com a profundidade que elas demandam. E assim, façam parte do processo de desmitificação de estereotipos e tabus.
 

Algumas dicas da lista desse conteúdo foram disponibilizadas pela um.a #diversidadecriativa por meio do seu head de planejamento, Fernando Teixeira. A marca é especializada, desde 1996, em eventos, incentivos e trade atuando no segmento de live marketing.
 

 


 

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