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Zine Entrevista: Sistah - Zine Cultural

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Zine Entrevista: Sistah

Por: Talita Scoralick

Com 23 anos, Sistah carrega na bagagem grandes experiências musicais. A começar pela infância, quando teve seu primeiro contato com a música, por influência do pai que é professor de capoeira e compositor. Em 2007, entrou para o AfroReggae onde fez um curso de rádio, aulas de canto, trompete e percussão. Por três anos produziu na 107 FM o programa Conexões Urbanas, além de participar dos programas MPB FM, Roquete Pinto e Ipanema. 
A cantora que mistura rap e ritmos jamaicanos, com forte influência brasileira em percussões, sobe aos palcos do Bar da Fábrica neste sábado (18). Confira a entrevista com a carioca.
Você é nova e já tem uma bagagem musical enorme.  Qual momento você considera mais marcante na sua carreira?
O momento mais marcante foi quando tive a oportunidade de cantar no Teatro Laura Alvin, em Ipanema, a música Olhos Coloridos com o grande Macau que é o compositor. Essa música é um hino para todos os afro-descendentes. Fiquei honrada!
Você sempre quis seguir essa vertente do rap?
Tenho certeza que minha escola foi o rap, mas hoje nem eu sei definir o que canto. Quando me perguntam meu estilo falo que é uma parada meio rap, meio ragga (risos). Mas a idéia é ser considerada uma cantora brasileira capaz de cantar qualquer estilo. Aguardem!

E em quem ou o que você se inspira pra compor e se formar musicalmente? 
Minha maior inspiração e incentivo é meu pai, ele compõe músicas de capoeira e samba e crescer na capoeira me deu uma base muito boa. Quem conhece bem meu trabalho sabe que tenho muito influência e me orgulho demais por ter essas raízes. E também aprendi muito quando fiz parte do AfroReggae. Lá todo mundo fala de música o tempo todo, fora as aulas de canto, percussão e trompete que pude fazer. Esse ano pretendo voltar, estudar é muito bom!
Qual conselho você dá pra quem tá começando agora?
O melhor que posso dizer é em primeiro lugar ter certeza que é isso que você quer para sua vida. Vou fazer 24 anos e desde os 18 eu tenho certeza que nasci para isso, então é isso que vivo 24 horas. Não é fácil. Tem que se aprimorar sempre, andar na retidão, ter personalidade, garra, pois a concorrência é muito grande.
Como você vê o cenário da música independente no Brasil?
Hoje em dia ser independente para quem é bom é só uma questão de escolha. Não curto essa palavra independente porque por mais que não tenha uma gravadora grande produzindo seu trabalho, ninguém faz nada sozinho. Independente pra mim é quem compõe, faz o beat, mixa, masteriza, faz o cd, faz a arte do cd, vai vender na rua, faz show, é o seu próprio técnico de som.... E por ai vai, quem é assim? Eu nao conheço! (risos)
Quais são seus projetos atuais e futuros? 
Esse ano sem dúvida minha meta é lançar um cd e divulgar meu trabalho para o mundo. E o futuro depende de como vai repercutir esse cd.

E, pra terminar, o que a galera pode esperar do seu show no Bar da Fábrica? 
Podem ter certeza que muita energia! Estar com o microfone na mão é uma responsabilidade grande demais e cantar é o melhor que faço na vida, então estarei dividindo o meu melhor com todos. Já recebi mensagens muito carinhosas de várias pessoas de Juiz de Fora que aguardam meu show e isso é muito emocionante. Até breve Rudes!!!
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