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5 brincadeiras de rua que todo mundo sente falta - Zine Cultural

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5 brincadeiras de rua que todo mundo sente falta

Por: Tainá Voltas

Infância: substantivo feminino que indica o período da vida humana desde o nascimento até cerca de 12 anos.


Também é facilmente descrita como um dos nossos melhores momentos, no qual fazemos amigos de longa data, descobrimos os cantos da rua, do bairro e arriscamos um pique-esconde.


Ou seja - infância quer dizer saudade. Reunimos neste #BlogZine 5 brincadeiras da infância que todo mundo já brincou e sente muita falta.


Quem quiser ler coloca o dedo aqui, que já vai fechar e não adianta chorar... você colocou? 

 


Imagem: reprodução internet

 

1) Bete



Uma das brincadeiras mais divertidas e vistas por todos os lados.


Requer uma preparação básica, com instrumentos que podem ser substituídos de acordo com a criatividade da turma.


O negócio é fazer dois times, um com paus na mão, outro com uma bolinha (de tênis, de meia, de papel, em alguns casos, até de vôlei) e uma casinha no chão, que pode ser também uma garrafa cheia de água.


Quem está com a bolinha tenta derrubar a garrafa. Por sua vez, quem está com o pau defende as suas garrafas e isola a bolinha lançada pela equipe adversária. 


No momento em que a bolinha é "isolada", o time que está com os tacos deve cruzá-los 10 vezes para vencer a partida. Enquanto os paus não estiverem em frente às suas respectivas casinhas, quem está no comando da bolinha pode derrubar a casa. 


É tipo um basebol, só que abrasileirado. Lembrou?
 


Imagem retirada da Folha de S. Paulo

 

2) Queimada



Aaah, uma das brincadeiras mais populares e democráticas.


Se tinha muita gente na rua para brincar, a resposta do que fazer era simples: queimada.


Metade da galera de um lado do campo, outra metade do outro lado, uma bola e pronto. Salve-se quem puder das bombadas, desvios, "trança pra mim", e claro, do objetivo: "queimar" até o último componente adversário.


Quem ganhava podia escolher, para a próxima partida, o campo de baixo ou de cima. Aquele que não demandava buscar a bola morro abaixo era sempre o favorito!

 


Imagem retirada da Nova Escola

 

3) Garrafão



Essa pode até não ser tão comum mas, de tão simples, era uma das preferidas da criançada. Foi a sua?


Fazia-se uma grande garrafa desenhada no chão, decidia-se uma pessoa para ser o "pega" do pique e todos entravam na garrafa.


Assim, o objetivo era sair do "recipiente" desenhado, antes de ser pego, mas... como sempre, existiam as dificuldades, como ter que correr em apenas um pé, como o Saci, em determinadas situações. 
 



Imagem retirada da Internet

 

4) Pique-bandeira



Assim como a queimada, era a brincadeira para incluir toda a galera.


Só precisava de chinelos para marcar os dois campos e algo que servisse como bandeira de dois times (geralmente um mato da rua mesmo, ou um outro chinelo).


Depois disso, era só dividir a turma, espalhar cada uma em um campo e começar! O objetivo era um time roubar a bandeira do outro sem ser "colado" no campo adversário. Diversão garantida! 

 


Imagem retirada da Internet


 

5) Polícia e ladrão


Coisa que criança sempre gostou foi de interpretar personagem.


Por isso, essa era uma das brincadeiras mais famosas pelos bairros.


Fácil de brincar, precisava apenas das pessoas e de um local específico para ser a "cadeia".


Uma parte do pessoal fingia ser polícia, a outra ladrões. A partir daí, a festa acontecia. Os ladrões tinham que correr da polícia e a polícia, logicamente, tinha que prender todos. A brincadeira acabava quando isso acontecia, maaaas, era bem comum nunca terminar por isso e sim pelo cansaço do grupo.

 


Imagem retirada da Internet (Alexandre Fakuda)



Bônus: 
 

Pique-esconde 


Essa todo mundo conhece, já brincou e brinca até hoje.


Era só escolher quem seria a pessoa responsável por contar até o número definido, enquanto as demais escondiam. "1,2,3,4,5,6.... T1, T2, T3,T4" (todo mundo que contava ficava com tanta pressa, que nunca pronunciava trinta-e-um, mas sim, T1) eee ... lá vou eu!


Depois desse grito, quem estava escondido tentava bater "1,2,3 salve eu" no lugar indicado e, quem estava tentando achar as pessoas batia o nome delas neste mesmo local.


O primeiro a ser "achado" era quem contava a próxima, a não ser que um benfeitor (o último a sair do esconderijo) conseguisse bater o famoso "1,2,3 salve todos!".
 



Imagem retirada da Internet

 

É claro que existiam e existem inúmeras brincadeiras além das citadas acima, como cabo-de-guerra, pular corda, futebolzinho de rua, alerta, alerta cor, enfim, muitas outras. Queríamos mesmo era matar a saudade de algumas.

Mas, e você? De qual brincava sempre e sente falta? Conta pra gente, vai!

 

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