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4 conteúdos jornalísticos que merecem ser lembrados - Zine Cultural

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4 conteúdos jornalísticos que merecem ser lembrados no dia de hoje

Por: Tainá Voltas, Rívia Petermann e Tatiana Graciano

No dia 07 de abril, comemora-se o dia de um dos profissionais de maior impacto e destaque social. Responsável por apresentar os fatos e contar as histórias do cotidiano de forma imparcial e objetiva - pelo menos na teoria - o jornalismo é também considerado como 4º poder, por ter papel fundamental em todas as decisões socio-governamentais pelas regiões do mundo. No Zine, a equipe de nosso escritório é composta por 04 jornalistas, que no dia de hoje irão apresentar os conteúdos deste cenário que lhes representam enquanto profissionais da informação.

Se liga nas dicas e confira: 04 conteúdos jornalísticos que merecem ser lembrados no dia de hoje!

 


 

 

Gildo Júnior

 

Gildo é jornalista formado pela Universidade Federal de Juiz de Fora em 2006 e integra a equipe do Zine Cultural há 13 anos.

"O Dia do Jornalista merece comemoração. Que tal um brinde a isso, a uma profissão tão importante? Me sugere um bar? Vai dizer, quem não gosta de uma boa dica, como esta pauta informativa produzida aqui no Zine Cultural sobre "07 bares diferentes em JF"? Um blog que cumpre muito bem o papel do jornalismo para entretenimento, compromissado com a informação entregue aos usuários. Além de bacana, é um exemplo de nossa própria casa, e exaltando o nosso trabalho". (Gildo) 

 


"Já diziam os grandes sábios contemporâneos: "já que em Minas não mar, eu vou pro bar"! E se bar é a pedida da vez nas terrinhas mineiras, Juiz de Fora não poderia ficar fora dessa. Na cidade, você encontra diversos exemplares desses estabelecimentos maravilhosos/incríveis/divertidos, para tudo quanto é gosto! E como o Zine sempre te apresenta uma lista de #UtilidadePública sobre o lazer por aqui, dessa vez você conhece 7 BARES DIFERENTES EM JUIZ DE FORA!"


CONFIRA A MATÉRIA 07 BARES DIFERENTES NA ÍNTEGRA AQUI


 


 

Rívia Petermann

 

Rívia é jornalista formada pelo Centro Universitário Estácio Juiz de Fora em 2017 e integra a equipe do Zine Cultural já cerca de uma 1 ano e 4 meses.

"A carta aberta de Eliane Brum para Thaune, publicada em 20 de fevereiro de 2017 em sua coluna no portal El País Brasil, ocorreu após um momento de efervescência nas redes sociais sobre o uso de turbante por mulheres brancas e negras, o que despertou uma discussão sobre apropriação cultural. Porém, em seu texto, a repórter aponta como o uso do mesmo e o conceito de existir violentamente vão muito além de uma questão estética. Brum fala de modo humanizado sobre "vestir a pele do outro", sobre a importância do diálogo e do reconhecimento do privilégio branco. A carta abre espaço para outra discussão relevante: o lugar de fala - deixar a pessoa que vivencia preconceitos falar por si, pois ela é a protagonista da própria luta e movimento. Assim, indico essa publicação por representar o que acredito ser um dos pilares da profissão de jornalista: gerar reflexões entre diferentes lados da história e dos meios sociais, tentar desfazer muros, abrir espaço para provocações relevantes e reconhecimento por meio da empatia - "com menos exclamações e mais perguntas", como a própria autora diz". (Rívia)

 


"É duro, Thauane, reconhecer e sentir nos ossos, a cada dia, que existo violentamente. Não posso escolher não existir violentamente, porque esta é a condição que me foi dada neste momento histórico. Mas penso que há algo que posso escolher, que é lutar para que meus netos possam viver num país em que um branco não exista violentamente apenas por ser branco. E para isso eu preciso escutar. E, principalmente, preciso perder privilégios. Me parece que hoje uma das questões mais cruciais deste país diz respeito a quanto estamos dispostos a perder para estar com o outro. Porque será preciso perder para que o Brasil se mova, para que o mundo se mova."


CONFIRA A MATÉRIA "DE UMA BRANCA PARA OUTRA - O TURBANTE E O CONCEITO DE EXISTIR VIOLENTAMENTE" NA ÍNTEGRA AQUI



Marcha das Mulheres Negras em Brasília, em 2015. MARCELO CASAL JR AGÊNCIA BRASIL (Reprodução do El País)
 

 

Tainá Voltas



Tainá é jornalista formada pela Universidade Federal de Juiz de Fora em 2017 e integra a equipe do Zine Cultural há cerca de 2 anos e 06 meses.


"O conteúdo que deve ser lembrado no dia de hoje é o que representou, para mim, uma das características da profissão que mais admiro: o trabalho de investigação. Na matéria Fofão da Augusta, lançada em uma plataforma que poucos conhecem como produtora de conteúdo deste tipo (BuzzFeed), o jornalismo se faz presente de forma literária, com trabalho intenso de investigação e de sensibilidade. É o acesso e caminho de uma parcela da população que vive à margem, que pouco espaço tem. É densa, mas ao mesmo tempo fácil de ler. Um convite à reflexão das vidas que nos cercam, ao falar sobre uma personalidade super reconhecida na Rua Augusta, em São Paulo, de um jeito totalmente diferente. Vale a pena conferir a reportagem de Chico Felitti, que mergulhou por 4 meses nesse universo-Fofão". (Tainá)

 


“Oi! O Fofão está no Hospital das Clínicas. Amputaram o dedo dele, que estava gangrenado. Ele tem surtos, quer bater em todo mundo e tem que ser amarrado porque arranca todos os acessos. E não diz coisa com coisa.”

Essa mensagem de Facebook piscou no celular durante o almoço do domingo de Páscoa deste ano, 16 de abril, na casa da minha mãe. Quem tinha escrito era uma analista de sistemas com quem eu nunca tinha conversado na vida, na vida real ou na virtual, mas que era minha amiga de Facebook há anos".


CONFIRA A MATÉRIA CHICO FELITTI NA ÍNTEGRA AQUI


Fofão da Augusta | Foto: BuzzFeed
 

 

Tatiana Graciano 

 

Tatiana é graduanda em Jornalismo pelo Centro Universitário Estácio Juiz de Fora e integra a equipe do Zine Cultural há cerca de 3 meses.

"Sou fascinada por fotos e, justamente por isso, selecionei um marco icônico do século XX: a famosa imagem da Guerra do Vietnã. A foto foi tirada por Nick Ut, na época com 16 anos, no dia 8 de junho de 1972. Uma menina corre nua, em direção aos fotógrafos, fugindo de um bombardeio. Tal imagem marca um dos mais violentos conflitos durante a Guerra Fria. Neste momento, a população estadunidense não tinha consciência do quanto a sociedade vietnamita sofria - foram mais de 1 milhão de mortos - e com a divulgação das diversas fotografias, os norte americanos tiveram noção do real sentimento vivido na disputa. A partir daí, começaram a se movimentar por meio de protestos e a pedir ao governo dos Estados Unidos o cessar-fogo. Em 1973 a super potência mundial aceitou o Acordo de Paris e, em 1975, toda a tropa americana deixa o Vietnã." (Tatiana)

 



Bombardeio ao Trang Bang em 1972, durante a Guerra do Vietnã | Foto:  Nick Ut
 

 


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